<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5590367601203015200</id><updated>2012-02-16T18:05:41.050-08:00</updated><category term='kundalini'/><category term='yogini'/><category term='chinnamasta'/><category term='gravidez'/><category term='yoga'/><category term='tantra'/><category term='parto natural'/><category term='cólicas'/><category term='yoga para mulheres'/><category term='menstruação'/><category term='TPM'/><category term='upanishad'/><title type='text'>Yogini</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://malikayoga.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malikayoga.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ma'Lika' - Júlia Marina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03314628793458258688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv886SS9RAI/AAAAAAAABc0/W0iUtU9Tno0/S220/eu2-2.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>19</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5590367601203015200.post-5192741750341655368</id><published>2010-01-08T11:08:00.000-08:00</published><updated>2010-01-08T11:08:06.754-08:00</updated><title type='text'>Novo Blog</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/S0eCBWnikOI/AAAAAAAABqE/ORal5sG5ALw/s1600-h/circulo3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/S0eCBWnikOI/AAAAAAAABqE/ORal5sG5ALw/s320/circulo3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://svashakti.blogspot.com/"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: #990000; font-family: Verdana,sans-serif; font-size: x-large;"&gt;svashakti.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5590367601203015200-5192741750341655368?l=malikayoga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://svashakti.blogspot.com' title='Novo Blog'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malikayoga.blogspot.com/feeds/5192741750341655368/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5590367601203015200&amp;postID=5192741750341655368' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/5192741750341655368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/5192741750341655368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malikayoga.blogspot.com/2010/01/novo-blog.html' title='Novo Blog'/><author><name>Ma'Lika' - Júlia Marina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03314628793458258688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv886SS9RAI/AAAAAAAABc0/W0iUtU9Tno0/S220/eu2-2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/S0eCBWnikOI/AAAAAAAABqE/ORal5sG5ALw/s72-c/circulo3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5590367601203015200.post-9079851801607610806</id><published>2009-11-14T16:49:00.000-08:00</published><updated>2009-11-14T16:49:34.225-08:00</updated><title type='text'>A Deusa Kubjikā</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv9PzOlITxI/AAAAAAAABf4/GJ982jXbA3s/s1600-h/Kubjikaa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv9PzOlITxI/AAAAAAAABf4/GJ982jXbA3s/s400/Kubjikaa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Por &lt;em&gt;Fernando Liguori &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;[Nota: O texto que segue faz parte do ensaio &lt;em&gt;&lt;strong&gt;O Culto da Deusa Kubjikā – o Secreto Culto da Deusa Kaula de Newar&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, ainda não publicado. O ensaio apresenta uma visão geral dos aspectos desconhecidos deste culto Kaula e apresenta uma breve introdução do culto Śākta conforme praticado em Newar no contexto da deusa Kubjikā, salientando sua forma de adoração conforme apresentada na história desta comunidade.]&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A PINTURA de Kubjikā feita por Jñānakara Vajrācārya foi baseada na forma visualizada da deusa como descrita no Paścimajyeṣṭhāmnāyakarmārcanapaddhati. Essa típica liturgia Newar[1] representa a deusa na forma pelo qual os iniciados de Newar comumente a visualizam. Escolhi a imagem de acordo com esta escritura. Existem muitas variações de acordo com os Kubjikā Tantras. Sete variações diferentes são descritas no Manthānabhairavatantraṭīkā de Rūpaśiva. Outras podem ser encontradas em KuKh (29: 33 ff. e 49: 25cd ff.), KnT (11a ff.) e KRU (8: 53 ff). No nosso caso, ela carrega em suas mãos da direita, do topo até embaixo, o tridente, o espelho do karma, o vajra, um aguilhão, uma flecha e uma faca sacrificial. Nas correspondentes mãos da esquerda ela carrega uma cabeça cortada, um bastão ascético, sino, escritura, um arco e um recepiente para o sacrifício. Ela veste pele de tigre e leão e usa um colar de cabeças humanas, circundada por um círculo de estrelas (tārāmaṇḍala)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O paddhati diz que ela possui uma enorme barriga e encontra-se curvada (kubjārūpā). Ela é adornada com serpentes. Essas descrições são enfatizadas em várias escrituras, dando a ela o título de deusa das serpentes, a kuṇḍalinī. Ela está sentada em lótus no umbigo de Śiva que está abaixo dela como um trono (siṁhāsana). De acordo com os Kubjikā Tantras, o umbigo é o local onde ela descança na forma de uma serpente enrolada e de onde ela se ergue. A imagem portanto representa a deusa como a kuṇḍalinī emergindo de Deus como sua divina vontade (icchāśakti).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma interessante descrição desta imagem é a cor amarela de sua face frontal (pūrva). Essa não é a cor usual de sua face segundo as escrituras. Alguns eruditos iniciados de Newar afetuosamente se referem a Kubjikā em newari como māsukvaḥ mājū (a Mãe de Face Amarela). Uma grande máscara de bronze representando esta deusa foi encontrada em um templo proximo a Vajrayoginī nas vizinhaças de Śanku. Os iniciados de Newar associam a cor amarela de sua face com Brahmāṇī, a primeira das oito Mães (mātṛkā). Eu suponho que esta conexão explique porque os dançarinos de Durgā de Bhaktapur recebam seu poder de Brahmāṇī (i.e. Kubjikā) no ritual executado em seu santuário após o festival de nove dias a Durgā (navaratri) realizado no outono.&lt;br /&gt;Embora seja originalmente uma deusa indiana, Kubjikā é quase exclusivamente adorada no Vale Kathmandu, onde seu culto tem sido mantido escrupulosamente secreto pelos iniciados de Newar por séculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kubjikā é um poderoso desenvolvimento de Mālinī, a principal deusa dos Tantras da tradição Trika e da tradição Krama da Caxemira. Seu culto pertence a uma cadeia de sistemas Kaula que culminam no culto a deusa Tripurā. A importância histórica de Kubjikā é espelhada na extraordinária riqueza das dimensões espirituais de seu culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- - - - - - - - - -&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;1. O termo Newar se aplica aos descendentes de cidadãos do Nepal Medieval (que consiste do Vale Kathmandu como a capital e território em constante mutação, com uma extensão que vai do rio Gandaki a oeste ao rio Koshi ao leste, do Tibete ao norte e o Terai ao sul). O idioma falado é o Nepal Bhasa (newari, de acordo com as estatísticas do Nepal). Muitas comunidades Newars no Nepal possuem seu próprio dialeto newari. Podemos considerar os Newars como uma comunidade lingüística constituída por diferentes etnias vivendo sob uma linguagem comum.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5590367601203015200-9079851801607610806?l=malikayoga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://srikulacara.blogspot.com/2008/10/deusa-kubjika.html' title='A Deusa Kubjikā'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malikayoga.blogspot.com/feeds/9079851801607610806/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5590367601203015200&amp;postID=9079851801607610806' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/9079851801607610806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/9079851801607610806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malikayoga.blogspot.com/2009/11/deusa-kubjika.html' title='A Deusa Kubjikā'/><author><name>Ma'Lika' - Júlia Marina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03314628793458258688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv886SS9RAI/AAAAAAAABc0/W0iUtU9Tno0/S220/eu2-2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv9PzOlITxI/AAAAAAAABf4/GJ982jXbA3s/s72-c/Kubjikaa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5590367601203015200.post-5819081498224003565</id><published>2009-11-14T15:17:00.000-08:00</published><updated>2009-11-14T15:21:34.311-08:00</updated><title type='text'>Caminho Celestial...</title><content type='html'>&lt;div style="color: purple; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.ramavaidyanathan.com/images/uk.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://www.ramavaidyanathan.com/images/uk.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: purple; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #38761d; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;"O devoto alcança o sucesso pelo caminho da mão-direita,&lt;br /&gt;o herói pelo caminho da mão-esquerda. O yogí silencioso&lt;br /&gt;alcança o sucesso pelo caminho celestial, nem pela direita,&lt;br /&gt;nem pela esquerda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste mais santificado caminho celestial, ele não carrega a&lt;br /&gt;responsabilidade da adoração ou a recitação dos mantras. Com&lt;br /&gt;uma mente silenciosa ele continuará sua busca perpétua aos pés&lt;br /&gt;do supremo lótus da Mãe."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;â€“ Ganapati Muni, Uma Sahasram XII: 22-3&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5590367601203015200-5819081498224003565?l=malikayoga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malikayoga.blogspot.com/feeds/5819081498224003565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5590367601203015200&amp;postID=5819081498224003565' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/5819081498224003565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/5819081498224003565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malikayoga.blogspot.com/2009/11/caminho-celestial.html' title='Caminho Celestial...'/><author><name>Ma'Lika' - Júlia Marina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03314628793458258688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv886SS9RAI/AAAAAAAABc0/W0iUtU9Tno0/S220/eu2-2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5590367601203015200.post-2901315746609678666</id><published>2009-10-08T20:39:00.000-07:00</published><updated>2009-10-08T20:39:53.754-07:00</updated><title type='text'>Fluxos do Poder Feminino</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CFernando%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CFernando%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CFernando%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	font-size:10.0pt;	mso-ansi-font-size:10.0pt;	mso-bidi-font-size:10.0pt;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-hansi-font-family:Calibri;}@page Section1	{size:595.3pt 841.9pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:35.4pt;	mso-footer-margin:35.4pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cc0000; font-family: Verdana,sans-serif; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Texto de Monika Von Koss, retirado do livro: &lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cc0000; font-family: Verdana,sans-serif; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;i&gt;Rubra Força: Fluxos do Poder Feminino.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; color: #cc0000; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_KO4lwcnBZ9A/SbWlHyXwTPI/AAAAAAAAC_8/4LQ1CHWYm9Q/s1600/goddess+by+folorio.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_KO4lwcnBZ9A/SbWlHyXwTPI/AAAAAAAAC_8/4LQ1CHWYm9Q/s320/goddess+by+folorio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cc0000; font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cc0000; font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Diz a sabedoria ancestral chinesa que para sermos felizes devemos fluir com o Tao, sermos como um rio em contínuo movimento e em constante mudança.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cc0000; font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;O fluir é algo que as mulheres experimentam a intervalos regulares – algumas vezes não tão regulares – quando vertem sangue durante suas regras. Curiosamente, não declinamos o verbo fluir na primeira pessoa. Dizemos que nosso sangue flui, mas soa estranho afirmar “Eu fluo”! Como então expressar essa experiência das mulheres? Quando entro em contato profundo com a menstruação, sou eu quem flui, torno-me fluida, torno-me o fluxo, e levo tudo comigo neste fluir. Posso experimentá-lo como uma cachoeira ou um regato que me purifica, renova, revigora. Ou posso vivê-lo como uma avalanche, uma enxurrada, algo que leva consigo tudo que encontra pelo caminho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cc0000; font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Qualquer que seja o modo como experimentamos nosso sangrar, quando o sangue flui abre-se um canal energético de comunicação com o mundo profundo. É um caminho que as mulheres percorrem regularmente, tornando-as mais sintonizadas com os eventos inconscientes, desde que não estejam conectadas com o medo que vem associado com este caminho , medo oriundo não do fluir em si, mas das conseqüências que este fluir pode trazer&amp;nbsp; e trouxe, ao longo do processo de patriarcalização, com o submentimento da percepção intuitiva a um saber puramente racional, um poder que prioriza a luz acima da escuridão, que prioriza o claro acima do escuro, que prioriza o linear acima o cíclico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cc0000; font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;O que caracteriza o sangrar da mulher é sua ciclicidade. Um conjunto de eventos fisiológicos que iniciam e terminam em um mesmo acontecimento: o fluxo sangüíneo, a menstruação retorna regularmente, como as estações. Nessa sua regularidade, ela está associada como o primeiro contar do tempo, seja o tempo da coleta e da caça, seja o tempo da semeadoura e da colheita, seja o tempo da procriação e da gestação. E assim como o tempo, está também intimamente conectada com a lua, a cujo movimento cíclico respondem os oceanos, o ritmo cardíaco e o próprio pulsar da vida, em seu movimento de expansão e contração.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cc0000; font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Como a trajetória da lua, o ciclo da mulher é um movimento contínuo que, em dado momento, interioriza-se, oculta-se, e em outro manifesta-se, explicita-se. A fecundidade feminina atinge seu pico no momento da ovulação, quando, oculto no interior do corpo da mulher, o óvulo deixa seu casulo e inicia sua jornada para a vida. Sob determinadas circunstâncias, ele se acomoda na parede uterina e se desenvolve pelo período de nove luas, para surgir como um novo ser. Ou então ele se desprende ainda no mesmo ciclo lunar e escorre junto com o fluxo menstrual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cc0000; font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Seja no parto, seja na menstruação, é no momento da passagem quando deixa o interior do corpo da mulher e se manifesta no mundo exterior, que o poder contido no fluxo sangüíneo lança a mulher numa condição liminar, em que vida e morte, consciente e inconsciente se tocam. Nesses momentos, o véu que separa os mundos é muito tênue, muito sutil, possibilitando sua transposição. Por essa razão, as xamãs precipitam sua menstruação antes de iniciar um trabalho poderoso. Pela mesma razão, as profetas e sibilas da Antiguidade Clássica eram jovens mulheres menstruando. As mulheres exerciam essa disciplina biomística que tinha por objetivo canalizar e direcionar o real poder do universo, “pois ele emana dos nossos próprios corpos e processos psíquicos.” (...)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #cc0000; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;O período menstrual é o momento em que podemos aprender mais a nosso respeito e curar nossas feridas. Assim reverenciada, a arte de menstruar pode ser recuperada, possibilitando uma vida mais plena e feliz como mulher.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5590367601203015200-2901315746609678666?l=malikayoga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malikayoga.blogspot.com/feeds/2901315746609678666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5590367601203015200&amp;postID=2901315746609678666' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/2901315746609678666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/2901315746609678666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malikayoga.blogspot.com/2009/10/fluxos-do-poder-feminino.html' title='Fluxos do Poder Feminino'/><author><name>Ma'Lika' - Júlia Marina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03314628793458258688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv886SS9RAI/AAAAAAAABc0/W0iUtU9Tno0/S220/eu2-2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_KO4lwcnBZ9A/SbWlHyXwTPI/AAAAAAAAC_8/4LQ1CHWYm9Q/s72-c/goddess+by+folorio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5590367601203015200.post-6388036614746306871</id><published>2009-09-11T07:03:00.000-07:00</published><updated>2009-09-11T07:03:40.790-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='yoga'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='yogini'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tantra'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='upanishad'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='chinnamasta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='kundalini'/><title type='text'>Chinnamastā &amp; o ideal Yogī de Autotranscendência</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SqpWZmOig3I/AAAAAAAABUw/7wTUpPO6FKg/s1600-h/mahavidya_chinnamasta_hh56.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" mq="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SqpWZmOig3I/AAAAAAAABUw/7wTUpPO6FKg/s320/mahavidya_chinnamasta_hh56.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Por&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Anuttara Kāpilanāth Kulācārya&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&amp;amp;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Mālikā&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O ESPÍRITO da tradição yogī nos lega que, para se atingir os mais elevados ideais de transcendência espiritual, nececitamos daquilo que se chamou nas primeiras Upaniṣad-s de ideal de sacrifício. Essa palavra, sacrifício, como hoje a concebemos, está muito longe de seu profundo significado, conforme compreendido pelas sociedades antigas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É muito difícil para mente comum ocidental conceber a idéia de sacrifícios humanos em larga escala, como acontecia entre os maias, astecas e nos primórdios da civilização védica na Índia.[1] No entanto, uma compreensão acerca do verdadeiro significado deste tipo de sacrifício ritual é importante para um entendimento profundo do ideal yogī de autotranscendência que floresceu junto as primeiras Upaniṣad-s.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Consideremos, por um momento, a cultura maia. Eles acreditavam que a ordem cósmica poderia ser restaurada ou mantida pelo derramamento de sangue, especialmente de nobres e guerreiros valentes vencidos em batalha. A potência do ritual sacrificial tinha uma conexão direta com o grau de dificuldade envolvido na conquista do inimigo. Aqueles selecionados para o sacrifício eram pintados de azul (a cor do sangue desoxigenado), torturados ao ponto de derramarem seu sangue e posteriormente mortos, tendo os corações arrancados do peito aberto a golpes. O coração era exposto ao Sol e depois queimado até as cinzas, o que nutri as divindades. A oferenda imitava o sacrifício arquetípico de Quetzalcoatl, o deus ubíquo adornado de pernas – criador do universo. Uma idéia que teve sua contra parte na Índia antiga nos ritos de sacrifício (puruṣamedha).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Por trás deste insensível costume de arrancar o coração para fora do peito, reside a equiparação ritual de sangue com o poder da vida.[2] Como em muitas culturas arcaicas, a pré-civilização védica acreditava na necessidade de se derramar o sangue humano na terra a fim de se melhorar a vida das divindades, guardiãs da ordem cósmica. Com a evolução da consciência ritual, o sangue menstrual também adotou um papel superlativo nas sociedades aborígenes da Índia antiga, onde sacerdotisas especialmente aptas a nutrir a terra com sua energia vital (o sangue menstrual), derramavam-na nos campos em busca de fertilidade após intensas práticas psicosexuais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Outro ponto importante na relação entre o princípio da vida e o sangue foi à observação de que a jovem mulher, ao parar de sangrar pela suspensão do período de catamênio, dá inicio ao processo em que uma criança nasce através de sua vulva (yoni). Correlacionando os dois fatos, foram estabelecidos cultos envolvendo o sacrifício de animais, em que o sangue era utilizado como oferenda aos deuses e deusas, assim como cultos à vulva, considerada um portal mágico capaz de trazer uma vida do mundo dos espíritos para o mundo dos humanos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Esta é talvez uma das raízes do culto a vulva ou portal da vida denominado yonipūjā, como uma forma de celebração da própria vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Deste ponto em diante a mulher passa a ser percebida como uma representação física da Deusa Mãe, aquela que trouxe o Cosmos à vida, e seu corpo passa a ser cultuado como o cálice sagrado ou templo vivo da Deusa.[3]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Hoje em dia, rituais sacrificiais que envolvem a imolação de seres humanos e animais existem, mas são uma realidade distante. Por exemplo, os tradicionalistas da escola Mīmānsā, um dogmático sistema de interpretação das escrituras védicas que versa como devem ser efetivados os rituais e cerimônias religiosas, continuam a fazer oferendas sacrificiais, mesmo enfrentando muita oposição no decorrer dos séculos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;De qualquer maneira, o sacrifício era destinado a assegurar a continuidade da prosperidade da comunidade, ou de restaurá-la se, por algum motivo, ela tivesse sido solapada. Assim, os sacerdotes védicos sentiam que precisavam ofertar suas melhores e mais valiosas posses. Para eles, eram os animais domésticos, principalmente o gado e, em ocasiões especiais, cavalos. Em épocas anteriores, a vida humana, pois esta era considerada mais preciosa do que qualquer outra forma de vida e por esta razão era tida como a mais elevada oferenda sacrificatória para as divindades, ou poderes invisíveis.[4]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;No entanto, através das eras, esta idéia sacrificial tomou outras formas e já no período das primeiras Upaniṣad-s a palavra sacrifício tornou-se sinônimo de autotranscendência. Em outras palavras, na época dos Veda-s e nas que se seguiram, os rituais sacrificiais eram um aspecto importante da tradição dos sacerdotes e videntes (ṛśī). Apenas na época das Upaniṣad-s os sábios começaram a interiorizar os rituais, i.e. utilizar seu próprio corpo-mente como altar de sacrifício e seu próprio amor e devoção como oferendas para o fogo da rigorosa autodisciplina e auto-oferenda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Como qualquer dicionário nos informa, a palavra sânscrita yoga[5] originou-se da raiz verbal yuj (“jungir”, “unir”, “disciplinar”), que está intimamente conectada à raiz verbal yaj (“venerar por meio do sacrifício”), formando o importante termo yajñā, ou “sacrifício”. Assim, Yoga pode ser definido, de maneira sucinta, como a disciplina do autosacrifício ou autoentrega que, em termos mais contemporâneos, podemos chamar de autotranscendência, i.e. a transcendência da ilusão de ser um corpo-mente-personalidade limitado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Uma palavra cognata é yāga, que possui as mesmas conotações de yajñā. Ela é muitas vezes utilizada no sentido de antaryajñā, i.e. “sacrifício interior”, um ato de total renúncia de todo apego a coisas externas e relações sociais. Mas acima de tudo, espera-se que o yogī renuncie ao ego, a identidade construída por meio da qual nos apegamos ou abrimos mão do corpo-mente e ao mundo. “Abrir mão” do ego é uma das atitudes essenciais a ser cultivada no caminho do Yoga, conforme exposto já nas primeiras Upaniṣad-s, cerca de 1000 a.C.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Desta maneira, em detrimento dos videntes védicos que utilizavam sacrifícios externos para focar a mente e elevá-la as alturas extáticas – onde podiam perceber de modo intuitivo a lei cósmica e até mesmo penetrar o envoltório cósmico para descobrir a Singularidade Últuma –, os sábios das Upaniṣad-s descobriram e louvaram o “sacrifício interior” como recurso fundamental para compreender a Realidade Transcendental. As suas investigações espirituais levaram à criação do Yoga, tal como o conhecemos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O Yoga é sacrifício interior e autosacrifício. Os yogī-s das Upaniṣad-s não requeriam mais rituais externos para concentar a mente errante. Eles aprenderam a reconhecer que a própria mente era suficiente para operar o milagre da profunda autotranformação. O objetivo central de todas as práticas de autosacrifício, tais como o Yoga, é de transcender a condição humana e, portanto, também, de transcender o próprio cosmos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Essa transcendência não implica, de modo algum, em uma obliteração do ser humano ou do mundo, como tem-se pensado. Ao contrário, é uma idéia muito antiga de que, ao transcender a condição humana, tornamo-nos plenamente o que somos – enquanto Realidade Última – e, por esse motivo, podemos contribuir com a ordem e harmonia cósmica. Apenas o ego é considerado como uma fonte de distúrbio no cosmos. Dissolver a ilusão do ego, em contrapartida, tem um efeito salutar no mundo como um todo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A tradição tântrica formulou um símbolo poderoso que capta o âmago do espírito da autotranscendência e seus efeitos salutares: o mito da deusa Chinnamastā (“Aquela que é decaptada”). Esta divindade é uma das deusas mais impressionantes do panteão tântrico. Geralmente, sua imagem iconográfica é representada na postura em pé, segurando em sua mão direita uma espada ensangüentada e na esquerda sua própria cabeça cortada, com o sangue jorrando de seu pescoço em três direções. Os jatos direito e esquerdo, respectivamente, entram na boca de dois devotos, um de cada lado da deusa, ao passo que o jato do meio flui diretamente para dentro da boca de sua cabeça cortada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Segundo o mito tântrico, a deusa, em sua função de Mãe do Universo, decapitou a si mesma para alimentar seus devotos famintos com seu próprio sangue. Em outras palavras, ela cometeu o autosacrifício máximo de oferecer seu corpo e substância vital – o sangue – em benefício da humanidade. O jato médio de sangue que verte de seu pescoço e entra em sua própria boca é um sinal de que a deusa não cometeu um suicídio convencional. O seu autosacrifício não nega a vida, mas a intensifica. O jorro central de sangue que sai de seu corpo decapitado corresponde ao fluxo de energia psicoespiritual (kuṇḍalinī) ao longo do “gentil” canal central do corpo (suṣumnānāḍī). As duas torrentes de sangue, a direita e esquerda, representam, respecticamente, piṅgalā e iḍānāḍī. Esse simbolismo e seu processo subjacente são fundamentais para o Yoga Tântrico. Quando a energia psicoespiritual sobe pelo canal central a partir da base da coluna vertebral (mūlādhāracakra) até a coroa craniana (sahasrāracakra), ela não apenas revitaliza cada célula, mas também ajuda o praticante tântrico a transcender e transmutar o corpo em um veículo “divino”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A imagem de Chinnamastā sugere que ela possui infinita vitalidade, e aqueles que imitam seu autosacrifício por meio das práticas de Yoga também ganham acesso a uma energia incomensurável: a energia do próprio Espírito. Muitas vezes Chinnamastā é retratada com um casal copulando. O homem em posição inclinada (viparitarātī) é Kāmadeva, o deus do amor e da paixão, e a mulher sentada sobre ele é Rātī, a deusa do prazer. Esta exuberante imagem tântrica contém um triplo significado. Primeiro, o ato de autosacrifício de Chinnamastā transcende a sexualidade e o mero prazer. Segundo, o trabalho tântrico de autotransformação é baseado na energia psicosexual. Ao invés de reprimir o instito sexual, os adeptos tântricos o utilizam para aumentar a vitalidade do corpo, que então proporciona a energia necessária para transcender o corpo (e a sexualidade) como um todo. Terceiro, a cabeça cortada de Chinnamastā representa a transcendência do complexo ego-personalidade e sua identificação com o corpo físico. Apenas quando superarmos nosso senso inerente de que somos o corpo, ou pelo menos estamos ligados a ele de maneira inextricável, seremos capazes de descobrir a nossa Verdadeira Natureza. A transcendência real da identificação com o corpo envolve o tipo de reestruturação psicoenergética que o Tantra e outras formas de Yoga tornam possível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A imagem de Chinnamastā representa o triunfo da vida sobre a morte. Ela possui um profundo significado para todo aquele que busca a autotranscendência. Todo ato espiritual, e portanto moral, implica em ir além dos padrões de hábito do ego e em manter uma conexão com todas as formas de vida e com o meio ambiente ao nosso redor. Em todas as atividades, devemos ser o sacrificador e o sacrificado. Somente assim ajudaremos a manter a ordem cósmica, alimentando o restante da criação com nossa energia e boa vontade. Neste momento – preservando aquilo que foi nos legado pelas Upaniṣad-s –, somos convocados a fazer um “sacrifício humano” na forma de prática espiritual pessoal e consciente: a autotranscendência constante por meio da ação responsável, da gentileza, da compaixão e do cuidado em relação a todos os seres sencientes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Namaskār!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- - - - - - - - - - - - - - - &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Notas:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;1. Há rumores que, ainda hoje, existam rituais de sacrifício em nome da deusa Kālī na Índia. O British Raj, i.e. a soberania britânica na Índia, aboliu este tipo de prática desde 1928, inclusive a autoimolação feminina conhecida como sātī, o ato de se jogar na pira funerária junto ao marido falecido. Mas também há notícias de mulheres tradicionalistas que ascendem sua própria pira antes de serem detidas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;2. Era conhecido que o sangramento de uma pessoa ferida podia levá-la a morte. Essa observação estabeleceu uma associação entre o sangue e o princípio da vida, pois a perda do sangue leva consigo a vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;3. Desta maneira, os cultos tântricos se desenvolveram a partir de movimentos devocionais associados ao culto das deusas, que aos poucos foi incorporando ritos de celebração da sexualidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;4. Em uma época posterior, o homem-Deus Kṛṣṇa foi generoso ao dizer que Ele, na condição de Suprema Personalidade de Deus, aceitaria qualquer oferenda, por mais humilde que fosse, contanto que feita com o coração puro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;5. Segundo a documentação existente, a origem do Yoga tem sua gestação na época das primeiras Upaniṣad-s. Posteriormente essa doutrina teria tomado corpo com a composição do Yogasūtra de Patañjali. As Upaniṣad-s são um conjunto de obras consideradas pelo hinduísmo como integrantes do corpo literário da revelação (smriti), mas que fogem ao padrão anterior das composições védicas, que se tratavam exclusivamente de assuntos relacionados aos rituais. As Upaniṣad-s minimizam a importância do ritual em favor de uma descoberta pessoal da perfeição. Seu conteúdo é místico e seus argumentos têm perfil filosófico, tratando fundamentalmente da relação entre o eu e o todo, designado Brahma. A palavra Yoga aparece pela primeira vez na Śvetāśvatara Upaniṣad.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;- - - - - - - - - - - &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Referências bibliográficas:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;FEUERSTEIN, George. A Tradição do Yoga. São Paulo: Pensamento, 2001.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;__________. As Virtudes do Yoga. São Paulo: Pensamento, 2009.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;__________. Enciclopédia de Yoga. São Paulo: Pensamento, 1997.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;__________. Tantra: a Arte do Êxtase. Rio de Janeiro: Nova Era, 1998.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;__________. Uma Visão Profunda do Yoga. São Paulo: Pensamento, 2003.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;FRAWLEY, David. Tantric Yoga and The Wisdom Goddesses. Délhi: 1999.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;__________. Gods, Sages and Kings. Salt Lake City: Passage Press, 1991.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;KUPFER, Predro. Dicionário de Yoga. Florianópolis: Instituto Dharma, 2001.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;__________. História do Yoga. Florianópolis: Instituto Dharma, 2001.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;ROSE, Andé de; HERMÓGENES, José; BARBOSA, Carlos Eduardo; BORELLA, Ana e TACCOLINI, Marcos. O Livro de Ouro do Yoga. Rio de Janeiro: Ediouro, 2007.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;SATI, Tarananda. Tantra Kaula: A Arte do Ritual e da Magia. São Paulo: Madras, 2006.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SqpVm9E18_I/AAAAAAAABUo/z7WZMH5Uvts/s1600-h/casal+prana.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" mq="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SqpVm9E18_I/AAAAAAAABUo/z7WZMH5Uvts/s320/casal+prana.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fernando Liguori (&lt;em&gt;&lt;a href="http://srikulacara.blogspot.com/"&gt;Anuttara Kāpilanāth Kulācārya&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;) e Julia Marina (&lt;em&gt;Mālikā&lt;/em&gt;) dirigem o &lt;em&gt;&lt;a href="http://kaulayoga.blogspot.com/"&gt;Espaço Kaula :: Tantra, Yoga &amp;amp; Āyurveda&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, um centro particular de terapia &lt;em&gt;yogī&lt;/em&gt;. Com uma abordagem tântrica, o &lt;em&gt;Espaço Kaula&lt;/em&gt; se vale de um programa abrangente especialmente dirigido a cada um de seus alunos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Os professores ministram retiros, vivências, cursos e workshops de treinamento em &lt;em&gt;Yoga&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Āyurveda&lt;/em&gt; sob uma perspectiva tântrica com propósitos terapêuticos para harmonizar e curar o corpo, a respiração e a mente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5590367601203015200-6388036614746306871?l=malikayoga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malikayoga.blogspot.com/feeds/6388036614746306871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5590367601203015200&amp;postID=6388036614746306871' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/6388036614746306871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/6388036614746306871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malikayoga.blogspot.com/2009/09/chinnamasta-o-ideal-yogi-de.html' title='Chinnamastā &amp; o ideal Yogī de Autotranscendência'/><author><name>Ma'Lika' - Júlia Marina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03314628793458258688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv886SS9RAI/AAAAAAAABc0/W0iUtU9Tno0/S220/eu2-2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SqpWZmOig3I/AAAAAAAABUw/7wTUpPO6FKg/s72-c/mahavidya_chinnamasta_hh56.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5590367601203015200.post-5104332114804519260</id><published>2009-07-24T12:45:00.001-07:00</published><updated>2009-07-29T15:58:54.137-07:00</updated><title type='text'>Saraswati Yantra e Mantra</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://images.exoticindiaart.com/panels/saraswati_wc43.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 506px; height: 750px;" src="http://images.exoticindiaart.com/panels/saraswati_wc43.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;É a deusa do conhecimento e, como consorte de Brahma, a mãe da criação. Também está ligada à fertilidade e à purificação. Ao pé da letra, Saraswati é aquela que flutua. no &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Rig Veda&lt;/span&gt;, ela representa um rio e a divindade que o controla.&lt;br /&gt;Outros nomes conferidos a Saraswati podem ser:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Sarada: a doadora da essência&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vagisvari: aquela que domina a fala&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Brahmi: a mulher de Brahma&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Mahavidya: o conhecimento supremo&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Saraswati é considerada a personificação do conhecimento sob todas as suas formas - artes, ciências, artesanato, habilidades e práticas espirituais. Como o conhecimento é o oposto da ignorância, simbolizada pelas trevas, a cor associada a essa deusa é o branco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://images.exoticindia.com/tantra/shri_saraswati_yantra_hx70.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 438px; height: 494px;" src="http://images.exoticindia.com/tantra/shri_saraswati_yantra_hx70.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_4mmOur6ohhI/SQs2YYcNZMI/AAAAAAAAAC8/QoAIoirtz2A/s320/hindi.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 196px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_4mmOur6ohhI/SQs2YYcNZMI/AAAAAAAAAC8/QoAIoirtz2A/s320/hindi.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;Yaá kundendu tushaara raara davalaá&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;Yaá Shubra Vastraavrutaá&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;Yaá Vinaá Vara Danda Manditakaraá&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;Yaá Shueta Padmaasaná&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;Yaá Bramaá Tchiuda Shankará Prabitibir&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;Devei Sadaá Pudjitaá&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;Saamaam Paatu Sarasvatii Bagavatii&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 153, 153);font-family:verdana;" &gt;Nishesha Jaadiaapahaá &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(153, 51, 153); font-weight: bold;"&gt;TRADUÇÃO:&lt;br /&gt;Por favor, proteja-me Saraswati Bhagavati, Mãe divina possuidora de todas as riquezas, eliminadora de toda a ignorância, aquela que é bela como a pérola, a neve, a lua e o fragrante jasmim, aquela que está vestida com roupa branca, aquela que tem as mãos ornadas com uma viná e o gesto de benção, aquela que está sentada em lótus branco, aquela que é adorada sempre pelos deuses começando por Brahma, Vishnu e Shiva. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5590367601203015200-5104332114804519260?l=malikayoga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malikayoga.blogspot.com/feeds/5104332114804519260/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5590367601203015200&amp;postID=5104332114804519260' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/5104332114804519260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/5104332114804519260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malikayoga.blogspot.com/2009/07/saraswati-yantra-e-mantra.html' title='Saraswati Yantra e Mantra'/><author><name>Ma'Lika' - Júlia Marina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03314628793458258688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv886SS9RAI/AAAAAAAABc0/W0iUtU9Tno0/S220/eu2-2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_4mmOur6ohhI/SQs2YYcNZMI/AAAAAAAAAC8/QoAIoirtz2A/s72-c/hindi.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5590367601203015200.post-4498068813007625975</id><published>2009-03-26T06:02:00.000-07:00</published><updated>2009-03-26T06:47:38.917-07:00</updated><title type='text'>O equilíbrio do feminino e do masculino para o desenvolvimento do ser humano.</title><content type='html'>&lt;a href="http://images.exoticindiaart.com/buddha/ardhanarishvara_tm73.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 381px; CURSOR: hand; HEIGHT: 487px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://images.exoticindiaart.com/buddha/ardhanarishvara_tm73.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://images.exoticindiaart.com/buddha/ardhanarishvara_tm73.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;A energia da natureza e dos seres humanos é composta dos elementos femininos e masculinos atuantes em nossa psiquê e em nossa biologia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;Todos nós nascemos da união de um homem com uma mulher e possuímos esses padrões genéticos, energéticos e psicológicos que são herdados, construídos e que vão sendo apreendidos na relação com os valores e com as distorções de nossa cultura. A perda das qualidades e da energia feminina na sociedade de hoje constitui um problema psicológico premente. Atinge dolorosamente a vida emocional de homens e mulheres. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;Esta perda de algo tão essencial para mulher força-a a questionar sua própria feminilidade, consolidando o longo debate histórico acerca da posição das mulheres na sociedade. Para o homem, a perda da energia feminina é menos óbvia, porém reduz as profundezas emocionais de sua personalidade. E é fonte da maior parte do seu descontentamento, solidão, sensação de falta de sentido e mau humor. Há alguns milênios, vivemos sob o cunho de uma cultura patriarcal, moldada por e para os homens que garantem a sua soberania e poder. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;Através da valorização da força bruta e da conquista de territórios, avançam econômica e tecnologicamente, e geram um grande desequilíbrio dentro e fora de nós. Esse modelo masculino tradicional, defasado diante da evolução das mulheres, é fonte de uma verdadeira mutilação da qual os homens começam a ter consciência. O velho homem está em vias de desaparecer para dar lugar a um outro, diferente, e do qual se percebe apenas o contorno.É somente ao aceitar e compreender a sua feminilidade que o homem entenderá com clareza sua natureza masculina. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;Perder as qualidades femininas interiores afeta o nosso bem estar emocional e modifica imediatamente nossa felicidade.Podemos entender, então, que a feminilidade não é privilégio da mulher. É importante considerá-la como a influência sobre a identidade central da mulher e sobre a capacidade do homem de sentir e valorizar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;Segundo Joseph Campbell:“- &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;O lado esquerdo, onde está o coração, é símbolo das virtudes e dos perigos femininos. Maternidade e sedução, os poderes da lua sobre as marés e substâncias do corpo, os ritmos das estações; gestação, nascimento, alimentação e criação dos filhos; encanto; beleza; êxtase; por outro lado igualmente malícia e vingança; irracionalidade; fúria; magia; venenos; feitiçaria”. O lado direito é símbolo do macho: ação, armas, feitos heróicos, proteção, força bruta, justiça cruel e complacente; as virtudes e perigos masculinos: egoísmo e agressão, raciocínio lúcido e luminoso, poder criativo, mas também a maldade fria e insensível; espiritualidade abstrata, coragem cega, dedicação à teoria e força moral”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;Nossas heróicas conquistas ocidentais causam inveja ao resto do mundo, porém, são ganhas à custa de nossa capacidade de calor, sentimento, contentamento e serenidade. Somos tão ricos em coisas materiais e tão pobres em valores femininos. Na Índia, existem paz e felicidade nos lugares mais inesperados. Em troca das modernas conquistas tecnológicas, essas pessoas conservaram seus valores femininos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;Nós, ocidentais, sabemos que há, no oriente, um ingrediente essencial do qual precisamos para curar a pobreza emocional de nossa cultura.No ocidente, reinam os valores masculinos. As atitudes ocidentais com relação à feminilidade são tão arraigadas que é muito difícil olhá-las objetivamente. Mas começamos a questionar a forma patriarcal da cultura ocidental. Já no oriente, a apreciação da feminilidade ocupa lugar infinitamente elevado no caráter do povo.O feminino pagou o preço com seu sofrimento, enquanto o masculino recebeu as glórias por suas conquistas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;Embora tenhamos começado a restabelecer o lugar da mulher no nosso mundo moderno, ainda não fizemos o suficiente para restaurar o sentir, a paz, o contentamento e a perspectiva. Se o feminino é responsável por tantas coisas importantes na existência humana, ele não pode ser perdido. E se foi, deve ser resgatado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;Com mais consciência, podemos apreciar e valorizar o que há de melhor no masculino e no feminino e buscar o equilíbrio de ambos, e não o balanço violento desse pêndulo que vai de um extremo a outro.Houve quem quisesse ver nessa dicotomia dos mundos masculinos e femininos a realização de um ideal de complementaridade dos sexos, a harmonia entre homem e mulher. Mas, em termos atuais, deveríamos falar sobre a igualdade na diferença. A desigualdade dos sexos seria invalidada, por serem eles incomparáveis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;Antonio Tigre é professor certificado de Iyengar Yoga. Formado em Licenciatura em Artes Cênicas na Universidade Federal UniRio e Administração de Empresas pela Universidade Cândido Mendes.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;FONTE: EYOGA.COM.BR&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5590367601203015200-4498068813007625975?l=malikayoga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malikayoga.blogspot.com/feeds/4498068813007625975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5590367601203015200&amp;postID=4498068813007625975' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/4498068813007625975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/4498068813007625975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malikayoga.blogspot.com/2009/03/o-equilibrio-do-feminino-e-do-masculino.html' title='O equilíbrio do feminino e do masculino para o desenvolvimento do ser humano.'/><author><name>Ma'Lika' - Júlia Marina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03314628793458258688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv886SS9RAI/AAAAAAAABc0/W0iUtU9Tno0/S220/eu2-2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5590367601203015200.post-3613428977933471272</id><published>2009-03-24T07:08:00.000-07:00</published><updated>2009-03-26T07:00:01.716-07:00</updated><title type='text'>Converse com a Deusa Kali</title><content type='html'>&lt;a href="http://images.exoticindia.com/panels/mother_goddess_kali_wl05.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 365px; CURSOR: hand; HEIGHT: 454px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://images.exoticindia.com/panels/mother_goddess_kali_wl05.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Entoe três Oms, com a intenção de criar um espaço sagrado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Passe alguns minutos em contemplação na simbologia de Kali. A psique responde a símbolos e imagens mais facilmente do que as palavras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Com a caneta sobre o papel ou caderno, feche os olhos e chame Kali interiormente. Peça que a energia de Kali se faça presente. Diga: "Quero falar com Kali".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Observe o que é provocado em você com esse pedido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Com a sua mão dominante, escreva: "Quem é você?" ou"Fale-me de você".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Com a mão dominante, escreva: "O que você quer expressar?"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Escreva a resposta com a outra mão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Continue o diálogo enquanto houver energia. Você sempre pode voltar a ele depois.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quando achar que o diálogo acabou, sente-se quieto por alguns minutos, presente com a respiração. Repare nos espaços entre as inspirações e expirações. Sem reter a respiração, veja se consegue ter consciência de como ela vem e mergulha na quietude. Esse espaço aberto é a natureza essencial da energia Kali.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Agradeça à sua Kali interior. Coloque a gravura ou imagem de Kali onde você possa vê-la todos os dias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Faça algo que o conecte com a energia Kali que você acessou. Atividades do tipo Kali incluem danças selvagens ou movimentos bruscos, falar uma verdade que você tinha medo, impor-se, fazer algo que nunca tinha feito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Observe sonhos, &lt;em&gt;insights&lt;/em&gt; ou mudanças ocorridos nos próximos dias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Fonte: Revista Prana Yoga, março 2009.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5590367601203015200-3613428977933471272?l=malikayoga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malikayoga.blogspot.com/feeds/3613428977933471272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5590367601203015200&amp;postID=3613428977933471272' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/3613428977933471272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/3613428977933471272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malikayoga.blogspot.com/2009/03/converse-com-deusa-kali.html' title='Converse com a Deusa Kali'/><author><name>Ma'Lika' - Júlia Marina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03314628793458258688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv886SS9RAI/AAAAAAAABc0/W0iUtU9Tno0/S220/eu2-2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5590367601203015200.post-2220711422692772940</id><published>2009-03-12T13:55:00.000-07:00</published><updated>2009-03-12T14:31:13.980-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='yogini'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tantra'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='yoga para mulheres'/><title type='text'>YOGINI, A MULHER ILUMINADA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sbl4AIBIAnI/AAAAAAAABCw/va0KNLiPbm0/s1600-h/Vajrayogini7.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312409179007746674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 337px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sbl4AIBIAnI/AAAAAAAABCw/va0KNLiPbm0/s400/Vajrayogini7.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Texto extraído do livro : "YOGINI - Revelando a Deusa interior" , de Shambavi Lorain Chopra&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#990000;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Aham prema.&lt;br /&gt;(Eu sou o Amor Divino)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#990000;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;No &lt;em&gt;Bhavani Nama Sahasra&lt;/em&gt; (Mil Nomes da Deusa Bhavani), o &lt;em&gt;pundit Jankinath Kaul&lt;/em&gt; explicou de forma bela o que seria uma yogini: “Yogini é quem possui poderes mágicos”. Shakti, o poder supremo, em sua forma de Durga, recebe o nome de “yogini”: Ela assume várias formas e diversas energias Divinas para manter a harmonia no Universo, para combater o mal e dar suporte ao bem. A mulher que obtém um estado transcedental em seu sadhana retorna como uma yogini celestial, ou Bhairavi, uma adepta feminina do yoga. Ela carrega em si a energia de Durga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdadeira yogini é a mulher iluminada dotada de uma paixão exuberante, poderes espirituais e uma visão interior profunda. As yoginis transmitem um sentido de liberdade e pura maestria em tudo o que fazem. Com seus olhares poderosos, são capazes de hipnotizar até mesmo um grande yogue e são ainda capazes de mudar a sua forma à vontade. Os eruditos tântricos descreveram as yoginis como mulheres independentes, francas, diretas, honestas e dotadas de um espírito gracioso. Sem elas, o yoga pode falhar em seu objetivo e permanecer estéril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os textos &lt;em&gt;shaktas&lt;/em&gt; oferecem honras tanto às mulheres como à Terra, pois descrevem ambas como fontes de energia, vitalidade, bem-estar físico e espiritual. Ao observar esta analogia entre uma yogini e a Terra, o Chakrasamvara – comentário tibetano do século XI – afirma que: “Ao reconhecer uma yogini que o deleitará e lhe transmitirá energia e poder, e sentindo-se apaixonadamente atraído por ela, se o aspirante não adorar essa yogini, ela não o abençoará e não surgirão as realizações espirituais”. O livro &lt;em&gt;Passionate Enlightenment&lt;/em&gt;, de Miranda Shaw, que recebi de Lokesh Chandraji, foi o primeiro que expôs o mundo da yogini do ponto de vista budista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o pensamento hindu, a yogini representa o próprio&lt;em&gt; yoga shakti,&lt;/em&gt; a &lt;em&gt;kundalini&lt;/em&gt;, bem como os poderes que residem nas deidades femininas dos diferentes chakras. A yogini traz em si o poder do yoga e pode despertá-lo nos demais, não apenas em geral, mas em qualquer ponto ou local do corpo ou da mente. A habilidade de um homem de atingir estágios superiores de yoga pode ser facilitada por sua associação com uma companheira que reflita essa energia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312414918984051746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 272px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sbl9OPGHrCI/AAAAAAAABDI/jI3o9fMMJfQ/s400/goddess_bhairavi_the_fierce_one_ten_mahavidya_series_pk23.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Assim como uma deusa abençoa e beneficia seus devotos, e a shakti vivifica suas práticas biológicas, culturais e religiosas, a mulher pode canalizar esta força vital ou energia espiritual para seu consorte-devoto. A mulher não fica mais exaurida quando fornece nutrição espiritual do que uma mãe ao nutrir sua criança. De fato, isso faz com que energias mais profundas se manifestem dentro dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta energia espiritual não é algo que um homem possa extrair ou tomar de uma yogini à vontade. Ela escolhe quando e a quem conceder suas bênçãos. A habilidade da yogini de intensificar o desenvolvimento espiritual de um homem depende de que sua divindade inata esteja desperta e manifeste seus frutos por meio de suas próprias práticas de yoga, que incluem visualizar a si mesma nas várias formas das deusas e investir-se com suas aparências e ornamentos, expressões de ternura e ira e dos poderes sobrenaturais que permite libertar os seres. Ao conferir energia e graça a um homem – abençoando-o ou dando-lhe poder – ela não enfraquece, mas, pelo contrário, compartilha sua energia voluntariamente com alguém que ganhou seu favor, por satisfazer as várias exigências que ela impõe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal relacionamento ocorre em paralelo aos relacionamentos humano-Divino no que se refere ao fato de que a deidade é a benfeitora e o devoto-humano, o beneficiário. Ainda que a deidade possa derivar alguma gratificação do relacionamento, o devoto tem muito mais a ganhar do que o objeto soberano de sua devoção. O que os suplicantes, em última análise desejam de sua deidade é o resgate ou a liberação total, e é isso que os homens tântricos devem procurar obter de seus relacionamentos com mulheres espiritualizadas. Os textos tântricos reiteram que o homem não pode ganhar a iluminação sem respeitar a mulher e se aliar internamente a ela. A beneficência de uma mulher é uma resposta graciosa e ainda voluntária à súplica, homenagem e adoração de seu devoto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A deusa é uma grande yogini, devotada a Shiva e, contudo, equipara Seus poderes. Ela é a incorporação da pura energia, a mãe e uma matriz para todas as manifestações, a fonte de todo o tempo, espaço e criação. Enquanto praticavam yoga juntos, shakti aceitou Shiva como seu guru, e Ele ensinou-lhe os modos de ser transcendental para orientá-la em sua liberação final. Shiva, por sua vez, também aceitou shakti como Seu guru, e ela O iniciou em sua liberação final e O pôs em contato com o supremo poder da consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sbl45WElOcI/AAAAAAAABC4/5z45NQQJGxM/s1600-h/goddess_chinnamasta_ten_mahavidya_series_pk19.jpg"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312410162032884162" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 271px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sbl45WElOcI/AAAAAAAABC4/5z45NQQJGxM/s400/goddess_chinnamasta_ten_mahavidya_series_pk19.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Deusa &lt;em&gt;Chhinnamasta&lt;/em&gt;, a deidade que decepa sua própria cabeça simboliza a grande yogini, a maravilhosa consciência situada além da mente. Ela representa a abertura do terceiro olho de onde surge o raio da percepção direta que destrói toda dualidade e negatividade. Ela é a yoga-shakti ou o poder do yoga em sua ação mais radical de conceder a iluminação. por isso, ela é também conhecida como Vajra Yogini. Este vajra é a força iluminadora suprema do ser interior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Chhinnamasta&lt;/em&gt; é a Para Dakini, a suprema e principal das dakinis, a deusa do caminho do yoga, e as yoginis manifestas como os poderes dos chakras. Os sadhakas que buscam trilhar o caminho dos poderes yogues ocultos deveriam adorá-la, como é reiterado por David Frawley em seu livro &lt;em&gt;Tantric Yoga and the Wisdom Goddesses&lt;/em&gt;, que a invoca por meio do mantra baseado em seu nome &lt;em&gt;Vajra Vairochani&lt;/em&gt;. Isso facilita todas as transformaçãoes interiores de modo radical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A yogini também é &lt;em&gt;Bhairavi&lt;/em&gt;, ou a Deusa do Fogo, situada no muladhara ou chakra raiz. É ela quem se converte em &lt;em&gt;Chhinnamasta&lt;/em&gt; quando atinge o terceiro olho e abre o chakra coronário para o além. Seu sangue é a luz que ilumina a tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Madalena era uma dessas yoginis, que manifestava seu shakti por meio do fluxo de luz de seu coração e alma. Seu amor Divino era incondicional e independia das situações externas e dos dogmas. Contudo, o amor divino não se limita ao asceta. Em minha compreensão do Tantra, se dois seres evoluídos espiritualmente se unem em amor incondicional, também podem criar um campo de energia muito positivo e raro, que exsuda altos níveis vibracionais de paz e amor para o Universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As culturas antigas – Egito, Grécia, Tibet, Índia – contam com tradições esotéricas que glorificam o poder iniciatório da mulher. Ela é considerada a sacerdotisa suprema, que manifesta para nós todos o conhecimento e os poderes superiores. Ela é Sofia, a origem e a fonte da sabedoria ou prajna, o discernimento mais profundo da natureza de tudo. Os ensinamentos tântricos enfatizam a importância da beleza física no companheiro ou na companheira, mas apenas para estimular inicialmente e então elevar a paixão do plano sensual para o plano espiritual. A beleza da alma ultrapassa a beleza física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poder “iniciatório” da mulher causa espanto, pois provê a força da paixão necessária para desenvolver o misticismo experimental. Ao compartir os segredos do amor, a mulher pode conceder poder transcendental a seu amante. A maior forma de Shakti é a liberação da expressão direta da energia-sabedoria, que cria uma transformação jubilosa. A mulher pode iniciar seu parceiro em tais experiências místicas por meio da confiança, rendição a ideais superiores e espontaneidade. Quem inicia é a deusa interior de cada mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser uma yogini é a meta espiritual mais elevada de todas as mulheres. É o meio de se tornar uma com a deusa interior e manifestá-la na expressão que eleva o mundo que é de fato criação sua. Contudo, não se trata de uma aparência externa, mas de um estado de energia externa, mas de um estado de energia e êxtase internos que converte a mulher em uma yogini. Ela não pode ser manipulada, definida nem sequer inteiramente conhecida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5590367601203015200-2220711422692772940?l=malikayoga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malikayoga.blogspot.com/feeds/2220711422692772940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5590367601203015200&amp;postID=2220711422692772940' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/2220711422692772940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/2220711422692772940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malikayoga.blogspot.com/2009/03/yogini-mulher-iluminada_12.html' title='YOGINI, A MULHER ILUMINADA'/><author><name>Ma'Lika' - Júlia Marina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03314628793458258688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv886SS9RAI/AAAAAAAABc0/W0iUtU9Tno0/S220/eu2-2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sbl4AIBIAnI/AAAAAAAABCw/va0KNLiPbm0/s72-c/Vajrayogini7.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5590367601203015200.post-4694903503405892883</id><published>2008-11-11T04:57:00.000-08:00</published><updated>2008-11-11T05:02:36.902-08:00</updated><title type='text'>Yoga &amp; Tensão Pré-Menstrual</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SRmB6vkLcGI/AAAAAAAAApY/UI67Dc7vjA0/s1600-h/FPVDYogaPhotoConnect400.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SRmB6vkLcGI/AAAAAAAAApY/UI67Dc7vjA0/s400/FPVDYogaPhotoConnect400.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5267384085387112546" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;Por Fernando Liguori&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;INÚMEROS sintomas podem ser relacionados à tensão pré-menstrual (TPM). Panfletos médicos chegam enumerar mais de 150. Irritabilidade, alta sensibilidade, falta de paciência, ansiedade, instabilidade emocional, falta de concentração, amnésia, depressão, corpo inchado, dores nas articulações, alto volume de acne, fibrilações ventriculares, insônia, herpes, urticária, asma, vontade incontrolável de comer chocolate, açúcar ou sal e etc.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;Segundo alguns pesquisadores, o tipo de sintoma não é importante na compreensão deste fenômeno que acomete as mulheres, mas sim como ele ocorre. Em cada mulher estes sintomas irão aparecer de forma diferente, contudo, eles seguem um padrão. Algumas mulheres ficam irritadas e impacientes uma semana antes do período de catamênio, e logo que o sangramento se inicia, isso passa. Outras entram em depressão duas semanas antes, na semana anterior ao sangramento ficam histéricas por qualquer coisa e logo tudo passa no primeiro ou segundo dia de menstruação. Minha esposa, também professora de Yoga e terapeuta ayurvédica, fica muito sensível e tem muita vontade de comer chocolate – embora ela saiba que deve se disciplinar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;Assim, para o alívio efetivo da TPM é necessário compreender suas causas físicas e emocionais. Grande parte da comunidade médica se inclina à possibilidade de que, em níveis físicos, o processo de TPM está relacionado ao desequilíbrio glandular e ao fígado preguiçoso. Sintomas como ansiedade, irritabilidade e instabilidade podem estar relacionadas ao excesso de estrogênio no corpo e a falta de progesterona para o contrabalançar. A falta de sono e a depressão podem indicar um excesso de progesterona. Seja lá qual for o sintoma, esta é uma indicação de que o sistema endócrino está em desequilíbrio, produzindo em excesso ou em pouca quantidade os hormônios necessários ao bem estar físico, mental e emocional. Inchaço corporal, aumento de peso ou alta sensibilidade nos seios é uma indicação de que a glândula pituitária não está funcionando suficientemente. Esta glândula secreta um hormônio chamado adrenocorticotrópico (ACTH) que é absorvido pelas supra-renais. Estas, por sua vez, reagem produzindo uma quantidade excessiva de corticosteronas, cujo excesso é absorvido pelos rins que por sua vez retêm sal e água, produzindo menos urina.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;O Áyurveda dá indicações de que a TMP é decorrente do desequilíbrio que ocorre na primeira parte do ciclo menstrual. Portanto, se neste período a mulher se alimentar em demasia com comidas industrializadas, ingerir muita cafeína, dormir pouco, interromper sua prática diária de yogásanas e demais rotinas cotidianas, com certeza, a segunda parte do ciclo menstrual será marcada por problemas. O Áyurveda ainda postula que o ritmo biológico da mulher é sintonizado pela própria natureza. Assim, qualquer atitude que vai contra este ritmo biológico pode causar problemas menstruais. O ciclo menstrual age em concordância com os ciclos naturais, portanto, p.e. no período menstrual sair fora do ciclo do sono pode afetar efetivamente o ciclo menstrual. Então, segundo o Áyurveda, quando existe uma regulação na rotina diária (dieta adequada, utilização de ervas e óleos e uma mudança nos hábitos), fica fácil corrigir os desequilíbrios menstruais minimizando os sintomas da TPM.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;O processo de TPM também pode ser definido como uma ‘limpeza interna’, um ‘ritual de banimento’ contra emoções hostis armazenadas. Muitos autores afirmam que o ciclo menstrual está intimamente conectado ao ciclo lunar. Eles podem estar corretos. Inúmeras mulheres relatam estarem bem, se sentindo em toda sua ‘totalidade’, quando a lua chega a seu ápice. Na fase em que o estrogênio domina o ciclo, a mulher tem a tendência a se sentir mais viva, mais sexy, mais criativa e energizada. Na fase em que a progesterona domina o ciclo, a mulher tem a tendência a se interiorizar, estando mais sintonizada com as reluzentes mensagens oníricas de seu sono, em contato com emoções profundas e até mesmo sombrias de seu subconsciente. De repente, como que catateando, aquela emoção reprimida durante todo o mês (ou vida) tem de ser evocada dos escombros mais profundos de si mesma para ser trabalhada. Muitas mulheres relatam que quando isso ocorre, os sintomas da TPM diminuem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;Os yogásanas são poderosos aliados na diminuição dos sintomas da TPM. Em níveis físicos, relaxam o sistema nervoso, equilibram o sistema endócrino, oxigenam e aumentam o fluxo sanguíneo nos órgãos reprodutores, purificam o fígado e fortalecem os músculos em torno destes órgãos. Em níveis psicológicos os yogásanas diminuem o stress promovendo maior relaxamento, permitindo assim que o hipotálamo regule os hormônios (prolactina, gonadotrófico, tireotrófico, adrenocorticotrófico, somatotrófico e etc.) com maior eficiência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;Existem yogásanas definidas para o período menstrual segundo algumas tradições. Portanto, não existe um consenso sobre o assunto. Todavia, para que haja uma diminuição nos sintomas da TPM não somente estes yogásanas devem ser praticados. Findo o período de catamênio, uma serie mais elaborada deveria ser praticada todos os dias. Para o período que antecede a menstruação, o durante e o depois, talvez seja sensato praticar as modificações das posturas ou até mesmo usar suportes como faixas, almofadas, cadeira e até mesmo a parede.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;Existe uma grande controvérsia acerca das posturas invertidas no período de catamênio. Alguns celebrados autores dizem que não importa, outros, dizem que inverter o fluxo sanguíneo deste período pode ser muito perigoso, uma vez que ele está intimamente conectado ao apánaváyu. A mesma falta de consenso ocorre durante a TPM. Particularmente, acredito que durante a TPM posturas invertidas sejam necessárias, pois elas estimulam as glândulas pineal e pituitária, vitais para uma boa saúde menstrual. Se há uma grande irritabilidade durante este processo de TPM, invertidas com apoio são recomendadas. Existem mulheres que se sentem muito inseguras ao fazerem invertidas como shirshásana durante a TPM. Assim, quem sabe sarvangásana seja a melhor opção, pois trabalha e equilibra a tireóide e a paratireóide, abre o peito e suaviza o abdômen. Halásana, por sua vez, estimula as supra-renais e os rins, o que alivia nas dores musculares e os inchaços corporais. Qualquer postura de retroflexão ajuda contra sintomas como depressão e letargia, pois quando o peito e ombros são alargados um espaço no corpo é criado, o que acalma a agitação e melhora o ânimo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;Quando o período menstrual chega ao fim, as yoginís estão morrendo de vontade para voltar a pratica intensa. Talvez não seja a atitude correta. O corpo precisa recuperar força e resistência, portanto, não faça ainda flexões para trás, pois elas são muito agressivas e o corpo necessita de um tempo de recuperação. Inversões são ótimas no termino da menstruação, pois elas ajudam a ‘enxugar’ o útero, a restaurar o sistema endócrino, e a aumentar a circulação na região do abdômen, além de ajudar o corpo a recuperar seu vigor físico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;O esquema de posturas que se seguem foram delineados pela norte-americana Patricia Walden, respeitada professora de Iyengar Yoga há mais de 25 anos, co-fundadora do famoso B.K.S Iyengar Yoga Studio, e conselheira editorial do Yoga Jounal. O leitor pode ter acesso no Brasil a seu trabalho através de O Livro de Yoga &amp;amp; Saúde para a Mulher (Ed. Pensamento).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;Para aproveitar ao máximo as seqüências relacionadas à menstruação, a yoginí deve concentrar-se em criar espaço entre a caixa torácica e o abdômen. Deve relaxar o abdômen, a região pélvica e as paredes vaginais, prestando atenção especialmente à respiração, dirigindo-a aos pontos mais contraídos. Se o abdômen estiver tenso, deve dirigir o ar para ele, para confortá-lo e suavizá-lo. Se a tensão estiver no diafragma, no peito ou na região do coração, deve dirigir o ar para estas regiões. Se tiver cólicas, o ar deve descer ao útero. Dirigir a respiração dessa forma dá um foco interior à prática, permitindo um relaxamento profundo. As seqüências são suaves e reconfortantes. Almofadas, faixas, blocos e etc. devem ser utilizados se necessário.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;Seqüência para uma menstruação saudável:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;1. supta baddha konásana (postura reclinada em ângulo fechado);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;2. adho mukha virásana (postura da criança);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;3. janu shirshásana (postura com a cabeça no joelho);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;4. mukhaikapada pashimottanásana (alongamento intenso de três membros);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;5. pashimottanásana (postura sentada com flexão para frente);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;6. upavistha konásana I (postura sentada em ângulo aberto I);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;7. parsva upavistha konásana (postura sentada em ângulo aberto com torção);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;8. upavistha konásana II (postura sentada em ângulo aberto II);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;9. viparita dandásana (postura invertida do bastão);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;10. setu bandha sarvangásana (postura da ponte);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;11. shavásana (postura do cadáver).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;Seqüência para menstruações intensas:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;1. bandha konásana (postura em ângulo fechado);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;2. upavistha konásana I (postura sentada em ângulo aberto I);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;3. ardha chandrásana (postura da meia lua);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;4. supta baddha konásana (postura reclinada em ângulo fechado);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;5. setu bandha sarvangásana (postura da ponte);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;6. shavásana (postura do cadáver).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;Seqüência para TPM:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;1. supta baddha konásana (postura reclinada em ângulo fechado);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;2. supta padangusthásana II (postura reclinada com dedão do pé II);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;3. adho mukha svanásana (postura do cachorro olhando para baixo);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;4. shirshásana (para sobre a cabeça);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;5. sarvangásana (parada sobre os ombros);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;6. halásana (postura do arado);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;7. upavistha konásana II (postura sentada em ângulo aberto II);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;8. setu bandha sarvangásana (postura da ponte);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;9. shavásana (postura do cadáver).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;Seqüência para período pós menstrual (3 a 4 dias após o sangramento):&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;1. adho mukha svanásana (postura do cachorro olhando para baixo);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;2. uttanásana (postura de pé com flexão para frente);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;3. prasarita padottanásana (postura de pé com flexão para frente em ângulo aberto);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;4. shirshásana (para sobre a cabeça);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;5. sarvangásana (parada sobre os ombros);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;6. halásana (postura do arado);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;7. janu shirshásana (postura com a cabeça no joelho);&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;8. shavásana (postura do cadáver).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;Fernando Liguori é professor de Hatha Yoga e terapeuta holístico, Mestre Reiki em sete sistemas diferentes, e enfermeiro; desenvolve projetos, palestras e workshops na área de Yoga na Maturidade, Yogaterapia e Personal Yoga. Através da prática do Yoga e o estudo de sua tradição, busca o equilíbrio interno, a saúde plena e a harmonia com todos os seres . Mora em Juiz de Fora, MG, com sua esposa e filho, de onde edita o blog Náth Uttara Sríkulácára Samprdáya, dedicado ao estudo da Tradição do Yoga, do Tantra e do Shaivismo da Caxemira. Com o projeto Yogárúdhartha – Tantra, Yoga &amp;amp; Áyurveda, ele e sua esposa dirigem programas de treinamento em Yoga e Áyurveda com propósitos terapêuticos para harmonizar e curar o corpo, a respiração e a mente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5590367601203015200-4694903503405892883?l=malikayoga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malikayoga.blogspot.com/feeds/4694903503405892883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5590367601203015200&amp;postID=4694903503405892883' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/4694903503405892883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/4694903503405892883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malikayoga.blogspot.com/2008/11/yoga-tenso-pr-menstrual_11.html' title='Yoga &amp; Tensão Pré-Menstrual'/><author><name>Ma'Lika' - Júlia Marina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03314628793458258688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv886SS9RAI/AAAAAAAABc0/W0iUtU9Tno0/S220/eu2-2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SRmB6vkLcGI/AAAAAAAAApY/UI67Dc7vjA0/s72-c/FPVDYogaPhotoConnect400.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5590367601203015200.post-5235236819071848971</id><published>2008-10-01T16:17:00.000-07:00</published><updated>2008-10-01T16:45:13.437-07:00</updated><title type='text'>YOGA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SOQHKEv2rJI/AAAAAAAAAlg/aQddLj7SvQk/s1600-h/Yog%C3%A1r%C3%BAdharthab.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SOQHKEv2rJI/AAAAAAAAAlg/aQddLj7SvQk/s400/Yog%C3%A1r%C3%BAdharthab.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5252330935075384466" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Projetos e workshops na área do Yoga desenvolvidos pelos professores &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Fernando Liguori &amp;amp; Júlia Marina&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Hatha Yoga&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Hatha Yoga é o método de Yoga mais conhecido no ocidente. Literalmente, hatha significa ‘esforço’. Trata-se de um método corporal de Yoga que pode ser praticado por indivíduos em qualquer idade. Embora aparentemente sua atuação esteja focada no corpo físico, ela equilibra e harmoniza o corpo, a mente e as emoções. Este estado pode ser alcançado através da prática de ásanas (posturas físicas), pránáyámas (exercícios respiratórios), mudrá e bandha (técnicas psicofísicas de liberação da energia vital), shatkarma (limpeza interna), bem como uma grande variedade de técnicas de meditação e relaxamento.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Personal Yoga / Yogaterapia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;O Yoga personalizado respeita a natureza e o interesse de cada aluno, através de aulas elaboradas de acordo com suas as características anatômicas, físicas e mentais. É feito um acompanhamento rigoroso por parte do instrutor, buscando a melhoria de determinados problemas ou limitações do aluno, podendo ser praticadas por qualquer pessoa e em qualquer idade. Neste trabalho, incluímos uma orientação através da terapia ayurvédica, trabalhando com o aluno na busca de seu equilíbrio, através de indicações de uma alimentação e estilo de vida e práticas adequados à seu biótipo específico (dosha).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A aula pode ser realizada em sua casa, em clubes, academias, parques etc., e poderá ser praticada por um, dois ou até três participantes, com preços diferenciados.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Yoga Hormonal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;Especial para mulheres que estão próximas ou já na fase de menopausa, direcionada para o favorecimento do sistema endócrino, tireóide e hipófise, tornando tal fase uma experiência de amadurecimento e equilíbrio natural. Também ameniza sintomas e transtornos da TPM, melancolia, depressão, síndrome do pânico e frigidez feminina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Yoga para crianças&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;Além de trabalhar a parte física, fortalecendo e alongando os músculos e aumentando a imunidade, este trabalho visa, principalmente, o desenvolvimento da concentração, calma, segurança e equilíbrio para a criança, fatores tão necessários para seu desenvolvimento nos dias de hoje. O trabalho é feito de forma lúdica e divertida, podendo ser praticada por crianças a partir dos 5 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Yoga para gestantes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;Considerada uma prática completa para grávidas, preparando-as física, mental e espiritualmente para a geração de um novo ser. Trabalhamos com aulas em grupo ou individuais, através do projeto “Luz Divina”, que visa um acompanhamento holístico integral, durante e após a gravidez, para a futura mamãe e seu bebê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Yoga Baby e pós-parto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;Visa uma rápida e natural recuperação pós-parto, através de equilíbrio hormonal e fortalecimento de todo o corpo, especialmente da região pélvica. O Bebê é integrado a esta prática, através de posturas que são desenvolvidas com a mãe e o filho, garantindo inúmeros benefícios para os dois.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Yoga para a maturidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;Este projeto tem a finalidade de levar saúde e bem estar a homens e mulheres que anseiam por uma melhor qualidade de vida, proporcionando à esta importante fase, grandes descobertas e alegrias, numa jornada que trabalhará com o corpo, a mente e a alma os levando à completude e ao autoconhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Meditação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;Meditação é uma técnica psicoespiritual cujo método consiste em se abstrair das vibrações sensórias, concentrar a mente mantendo-a fixa em um propósito sublime. Este processo harmoniza as vibrações da mente, deixando-a em um estado semelhante a um lago tranqüilo, quando se pode perceber o brilho refletido do Ser Interior mais refulgente. Sua prática regular acarreta vários benefícios, dentre os quais podemos citar: maior autoconfiança, expansão mental, inteligência emocional, firmeza de caráter, amor à natureza e aos demais seres vivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Massoterapia e aconselhamento Ayurvédico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;Através de um diagnóstico especializado sobre os desequilíbrios que afetam nosso ser, a medicina ayurvédica, uma ciência indiana milenar, busca trazer saúde e paz para todos os aspectos de nossas vidas. Algumas mudanças em nossa alimentação, o desenvolvimento de técnicas yogís e de massagem, podem trazer resultados surpreendentes sobre nosso comportamento, agindo holisticamente sobre nós.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Yoga empresarial&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;Este projeto visa o bem-estar dos funcionários de diversos setores, garantindo saúde, concentração e bom-relacionamento entre eles e também com a própria empresa.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);font-size:180%;" &gt;. Workshops .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Workshop de Hat&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;ha Yoga&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;Este workshop foi criado para proporcionar a praticantes e professores um aprofundamento na filosofia e prática do Hatha Yoga. Além de um estudo direcionado sobre os ásanas, pránáyámas, mudrás, bandhas e shatkarmas, há um aprofundamento filosófico mais apurado sobre as três escrituras mais conhecidas deste ramo do Yoga: o Hatha Yoga Pradípiká, o Gheranda Samhitá e o Shiva Samhitá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Workshop de Rája Yoga&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;Rája Yoga é o Yoga da mente. Este método capacita o praticante a ter maior controle e domínio sobre suas capacidades mentais, desenvolvendo em níveis apurados seu poder de abstração dos sentidos externos, concentração e meditação. O workshop de Rája Yoga tem a finalidade de levar estudiosos e praticantes a um aprofundamento teórico e prático sobre o Ashtánga Yoga ou Yoga de oito passos de Pátañjali assim como uma imersão no universo filosófico do Yoga-Sútras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Workshop de Tantra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Tantra, além de uma prática espiritual, é uma filosofia de vida. Uma das maiores características do Tantra é a não exigência do espírito de ascetismo e renúncia, procurando sempre conciliar o objetivo de auto-realização, liberdade espiritual (moksha), união (yoga) com a experiência da vivência prazerosa da vida comum (bhoga). Assim, este caminho é denominado Tantra Sádhana, que significa uma senda de esforço e autocontrole no desenvolvimento das potencialidades espirituais e humanísticas do Ser.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Workshop “Luz Divina” – Preparação Holística para Gestantes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;Este workshop visa a preparação corporal, mental e espiritual da gestante e do bebê, visando a integração da mulher e preparação para um parto consciente em um pós-parto saudável e harmônico. Serão apresentadas práticas e técnicas baseadas no Yoga, para que se possa desenvolver um plano diário que irá culminar numa gestação prazerosa e de inúmeras descobertas.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Workshop de Shantala&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;Técnica milenar de massagem para bebês, lhes trazendo segurança, auxiliando em seu desenvolvimento físico e psicomotor, além de fortalecer o elo entre os pais e o bebê. Neste curso, ainda, introduzimos conceitos da medicina indiana ayurvédica, nos auxiliando, de forma natural, nos cuidados e atenção com nosso filho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Fernando Liguori&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; é professor de Hatha Yoga e Tae Kwon Do. É terapeuta holístico, Mestre Reiki em sete sistemas diferentes, e enfermeiro; desenvolve projetos, palestras e workshops na área de Yoga na Maturidade, Yogaterapia e Personal Yoga. Mora em Juiz de Fora, MG, com sua esposa e filho, de onde edita o blog Náth Uttara Sríkulácára Samprdáya, dedicado ao estudo da Tradição do Yoga, do Tantra e do Shaivismo da Caxemira.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Júlia Marina&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; é professora de Yoga, meditação, Sociologia, Filosofia, e terapeuta ayurvédica. Desenvolve cursos e palestras na área de Yoga para gestantes – oferecendo um acompanhamento holístico com um programa apropriado a cada gestante, Yoga Baby e pós parto e Yoga para crianças. Mora em Juiz de Fora, MG, com seu marido e filho, de onde edita o blog Yoginí, dedicado ao estudo e a divulgação do Yoga sob um enfoque feminino.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5590367601203015200-5235236819071848971?l=malikayoga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malikayoga.blogspot.com/feeds/5235236819071848971/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5590367601203015200&amp;postID=5235236819071848971' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/5235236819071848971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/5235236819071848971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malikayoga.blogspot.com/2008/10/hatha-yoga-hatha-yoga-o-mtodo-de-yoga.html' title='YOGA'/><author><name>Ma'Lika' - Júlia Marina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03314628793458258688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv886SS9RAI/AAAAAAAABc0/W0iUtU9Tno0/S220/eu2-2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SOQHKEv2rJI/AAAAAAAAAlg/aQddLj7SvQk/s72-c/Yog%C3%A1r%C3%BAdharthab.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5590367601203015200.post-8254872931853958438</id><published>2008-08-21T15:45:00.000-07:00</published><updated>2008-08-21T16:02:35.074-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SK3z1CqpdSI/AAAAAAAAAkE/3Y_bzWH3OFw/s1600-h/Prot%C3%B3tipo+para+promusica+palestra.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SK3z1CqpdSI/AAAAAAAAAkE/3Y_bzWH3OFw/s400/Prot%C3%B3tipo+para+promusica+palestra.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5237110034276119842" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5590367601203015200-8254872931853958438?l=malikayoga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malikayoga.blogspot.com/feeds/8254872931853958438/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5590367601203015200&amp;postID=8254872931853958438' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/8254872931853958438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/8254872931853958438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malikayoga.blogspot.com/2008/08/blog-post.html' title=''/><author><name>Ma'Lika' - Júlia Marina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03314628793458258688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv886SS9RAI/AAAAAAAABc0/W0iUtU9Tno0/S220/eu2-2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SK3z1CqpdSI/AAAAAAAAAkE/3Y_bzWH3OFw/s72-c/Prot%C3%B3tipo+para+promusica+palestra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5590367601203015200.post-7570877377508352654</id><published>2008-07-28T16:28:00.000-07:00</published><updated>2009-03-12T17:44:54.194-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gravidez'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parto natural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='yoga para mulheres'/><title type='text'>Yoga, Gravidez e Parto natural – Parte I</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SI5aNNv8OtI/AAAAAAAAAjE/_5FZQSHM80c/s1600-h/DSCF0081_PSHOP42.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228215400499264210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SI5aNNv8OtI/AAAAAAAAAjE/_5FZQSHM80c/s400/DSCF0081_PSHOP42.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="COLOR: rgb(102,51,255); TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;Gravidez! Qual o real significado deste estado? Para algumas mulheres, num primeiro momento, pode significar angústias, desespero, insegurança, medo... principalmente se a gravidez não foi planejada. Outras, no entanto, aguardavam ansiosamente e já tinham tudo programado, vivendo uma felicidade plena ao saberem da notícia. As reações variam, assim como todo o restante da gestação que é diferenciada de uma mulher para outra. Tudo corre de acordo com o corpo, mente e espírito de cada uma. O meio e os relacionamentos ao seu redor também influenciam muito, mas é a mulher quem vai ditar, consciente ou inconscientemente, o tipo de gestação e de parto que vai ter. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="COLOR: rgb(102,51,255); TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;E assim se inicia uma história que irá durar cerca de 40 semanas, onde estaremos gerando um novo ser, uma nova vida à esta existência. Pensem por um instante na importância desta “tarefa”! Não seria a mais sagrada e importante missão que alguém poderia receber? Isto é óbvio. Mas muitas mulheres não se dão conta disto, e continuam vivendo suas vidas, carregando a criança em seu ventre, mas sem se preocupar com as suas condições e de seu bebê. Não se trata apenas das condições físicas e de saúde...já não basta apenas fazer o pré-natal e todos os exames conforme o ministério da saúde nos orienta. É preciso muito mais! Estamos gerando uma nova consciência que está recebendo tudo de nós: alimento, sensações, percepções, sentimentos... tudo aquilo que ingerimos, ou seja, alimentos físicos e também sutis. E assim, este novo ser vai sendo criado, se preparando para entrar no mundo louco e caótico em que vivemos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="COLOR: rgb(102,51,255); TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;E neste mundo, todas sabemos o quanto é difícil termos um tempo para nós mesmas. Difícil, não porque não temos tempo, propriamente dito, mas porque colocamos outras prioridades em nossas vidas. Mas basta analisarmos sinceramente o que andamos fazendo, para descobrirmos que podemos acordar uma hora mais cedo, ou reservarmos uma horinha antes de dormir para um contato efetivo com nós mesmas. Talvez, deixando de assistir àquela novela ou de ficarmos penduradas por duas horas no telefone com uma amiga. Não são sacrifícios se considerando os resultados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="COLOR: rgb(102,51,255); TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;Ao descobrir que está grávida, a mulher deveria fazer um replanejamento de sua vida para os próximos meses, dando forte ênfase para a busca de seu equilíbrio, saúde, serenidade e muita, muita paz. E é neste momento que vemos muitas mulheres descobrindo no Yoga, um grande aliado. Certamente, pois o Yoga trabalha, dentro de uma visão holística, todos os aspectos mencionados, com inúmeros benefícios para a gestante e o bebê. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="COLOR: rgb(102,51,255); TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;Apesar de eu já trabalhar com Yoga para grávidas há algum tempo, só agora, estando esperando meu primeiro filho, pude sentir todas as transformações pelas quais uma gestante passa, e assim os aspectos que devem ser mais trabalhados em uma aula de Yoga, bem como as variações necessárias em cada postura, respeitando o corpo de cada aluna. Dediquei-me intensamente às minhas próprias práticas, o que me proporcionou um contato maior com meu corpo e sinto que muitos bloqueios de minha vida foram eliminados nesta gravidez. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="COLOR: rgb(102,51,255); TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;É um momento de grande sensibilidade para a mulher, o que pode gerar certos desequilíbrios, principalmente pela grande quantidade de hormônios que passam a perambular pelo nosso corpo. Mas se conseguimos uma maior interiorização, esta sensibilidade nos fará entrar de forma mágica, em contato com nossos instintos mais primitivos e ancestrais. Começamos a sentir uma força interna diferente de tudo o que já sentimos antes. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="COLOR: rgb(102,51,255); TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#330033;"&gt;Com a prática de &lt;i&gt;ásanas&lt;/i&gt; (posturas físicas), a mulher fortalece sua musculatura e seu períneo (preparando o assoalho pélvico para o parto), auxilia a circulação sangüínea (prevenindo varizes, dores nas pernas, celulite, inchaços); traz flexibilidade para todo o corpo; fortalece a coluna (que precisa ser reforçada durante a gravidez, devido ao peso extra conforme a barriga vai crescendo), prevenindo dores nas costas e na lombar; alivia problemas de prisão de ventre, azia e falta de ar, estimula e fortalecer os seios, garantindo uma amamentação saudável e sem dor; equilibra o sistema endócrino (regulando os hormônios, que agora estarão mais presentes em nosso corpo); e além de tudo, devolve nossa consciência corporal, tão importante durante o trabalho de parto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center" align="justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SI5YGt3NWNI/AAAAAAAAAi8/-uRdjBCkuNg/s1600-h/P10009512.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#330033;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228213089837340882" style="WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SI5YGt3NWNI/AAAAAAAAAi8/-uRdjBCkuNg/s400/P10009512.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="COLOR: rgb(102,51,255); TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;Os &lt;i&gt;pránáyámas&lt;/i&gt; (exercícios respiratórios) liberam a energia vital em nossos canais sutis, desbloqueando os obstáculos em várias partes do nosso corpo e mente. A consciência da respiração é essencial para todos nós, mas principalmente para a gestante, pois é através dela que vamos aprender a lidar com nossas emoções, muitas vezes à flor da pele, com nosso corpo, com a dor e também a nos acalmarmos sempre que precisarmos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="COLOR: rgb(102,51,255); TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;Além destas técnicas, o Yoga enfoca, com bastante ênfase, no caso da gestante, o relaxamento completo, usando visualizações que ajudarão a mulher a entrar em contato direto com o bebê, desenvolvendo uma sintonia e um forte elo que se perdurará por toda a vida. Já está mais do que comprovado a eficácia destas visualizações, assim como a importância da mãe e do pai conversarem com a criança que ainda está no ventre. Após uma prática de Yoga, com nossas energias já equilibradas e a mente e o coração abertos, é hora de realizarmos esta viagem, que para maioria das mães é um momento de grande emoção e prazer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="COLOR: rgb(102,51,255); TEXT-INDENT: 27pt; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;Meditando regularmente, podemos tornar as sensações e benefícios do Yoga muito mais intensos, pois aprendemos a controlar nossas mentes, nos tornando suas líderes, ao invés de nos deixarmos levar por todo um turbilhão de pensamentos e emoções que podem nos ocasionar estados de angústia, stress, depressão etc. Por mais difícil que seja no começo, não devemos desistir e procurarmos dedicar alguns minutos por dia para a meditação. Várias técnicas são ensinadas em diversas disciplinas espirituais. Temos que encontrar aquela que se adeqüa a nós e continuarmos tentando. Muitas vezes desistimos por acharmos que meditação não é para nós, sem sabermos que na realidade, é a técnica que nos foi passada que não vai de acordo com nosso eu interior. Nunca podemos nos esquecer de que cada um de nós é um universo, e não existe um padrão a ser seguido, pois cada um tem seu próprio caminho. E é nisto que devemos no focar... a procura de nosso caminho. Aquele que, mesmo com muita disciplina (pois isso é realmente necessário), nos proporcione estados de extrema paz em nosso Ser. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="COLOR: rgb(102,51,255); TEXT-INDENT: 27pt; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;Contudo, não nos resta dúvida, e posso agora dizer isso comprovadamente, por experiência pessoal, que o Yoga é um grande aliado para a gestante, trabalhando de forma holística a mulher e o fruto que está gerando. Se a prática é feita com verdadeira vontade e disciplina, garanto que a mulher se sentirá até melhor do que antes, se sentindo mais feminina, e com seus instintos selvagens mais aflorados, nos preparando para a hora do parto, um momento de iniciação espiritual, onde vamos buscar em nosso inconsciente e no fundo do nosso Ser, toda a força e coragem que fizeram com que nossas ancestrais também tivessem seus filhos, para neste momento, estarmos passando, em uma época distante, por todo o processo que elas também passaram. Devemos este momento à estas mulheres, e portanto, devemos agir sem medo, deixando a natureza nos guiar, sentindo toda a dor e prazer que a experiência do parto natural pode nos transmitir. E assim, certamente, seremos muito mais femininas e mulheres do que antes!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#330033;"&gt;Crianças geradas dentro desta consciência natural e ao mesmo tempo transcendente, certamente serão seres integrados com a visão holística de mundo que tanto lutamos para reestabelecer, com formas de pensar e de viver que se baseiem em valores humanísticos, saudáveis e em equilíbrio com a Força Cósmica que nos guia. E é apenas com uma nova geração, com tais ideais despertos desde o ventre, que poderemos garantir o equilíbrio, novamente, em nosso planeta!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: right" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color:#330033;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(102,0,204); FONT-STYLE: italic"&gt;Ma'Lika'&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5590367601203015200-7570877377508352654?l=malikayoga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malikayoga.blogspot.com/feeds/7570877377508352654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5590367601203015200&amp;postID=7570877377508352654' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/7570877377508352654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/7570877377508352654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malikayoga.blogspot.com/2008/07/yoga-gravidez-e-parto-natural-parte-i.html' title='Yoga, Gravidez e Parto natural – Parte I'/><author><name>Ma'Lika' - Júlia Marina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03314628793458258688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv886SS9RAI/AAAAAAAABc0/W0iUtU9Tno0/S220/eu2-2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SI5aNNv8OtI/AAAAAAAAAjE/_5FZQSHM80c/s72-c/DSCF0081_PSHOP42.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5590367601203015200.post-7678110430090709320</id><published>2008-07-25T18:44:00.000-07:00</published><updated>2008-12-09T14:48:20.396-08:00</updated><title type='text'>Yoga e Mulher</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SIqKVg6fsII/AAAAAAAAAic/O3-aygLrYBE/s1600-h/danurasana.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5227142419734048898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SIqKVg6fsII/AAAAAAAAAic/O3-aygLrYBE/s400/danurasana.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#666666;"&gt;Apesar de ser um professor de yoga do sexo masculino, sempre tive em meus cursos muitas mulheres que pensam que o Yoga as exclui. O &lt;em&gt;Yoga Ratna Namastê&lt;/em&gt; é particularmente útil para as mulheres, porque as posturas tendem à normalizar todo o corpo, especialmente no que se diz respeito à região pélvica. A pélvis é um forte sistema formado por vários ossos que compõe o chamado assoalho pélvico. A pélvis está em comunicação com a grande cavidade abdominal, assim como seus vários órgãos. Na pélvis feminina estão contidos órgãos importantes: baixo aparelho urinário, ureter, bexiga, uretra - aparelho genital: a vagina, aparelho útero-ano-rectal, vasos e nervos. Devido à sua complexidade, quando existe algum déficit neste, incluindo no sistema muscular, há uma alteração em todo conjunto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#666666;"&gt;Gravidez, parto, menopausa e stress são causas de deterioração da zona pélvica. Muitas profissões também aceleram este risco: bailarinas e diversos esportes, cabeleireiras, enfermeiras etc., o que significa que todas as atividades desportivas e todas as profissões que envolvam uma posição ortostática prolongada, ocasionando um aumento da pressão abdominal e gerando um elevado risco de prolapso genital. Para o homem este risco é parcial. No caso da gravidez, é essencial qualquer prática de reabilitação pós-parto. O yoga tem diferentes práticas relativas à prevenção e ajuda a diminuir este processo. São posturas que trazem maior consciência e reforço muscular da região esfintero-perineal, sendo úteis para incontinência urinária, além de proporcionarem o relaxamento e elasticidade do períneo, tonificando todo o aparelho genital, promovendo a melhoria da circulação sangüínea, com inúmeros benefícios para a mulher. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#666666;"&gt;O yoga que proponho não tem a intenção substituir nenhuma outra disciplina ou exercícios, mas convido todas a mulheres a participarem de aulas mais direcionadas à elas, como no caso de gestantes, com devida autorização médica. Não ministro curso para grávidas porque penso que nesta fase a mulher deve ser orientada por uma instrutora do mesmo sexo. Em todas as outras situações recomendo a prática de &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Yoga Ratna Namastê.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Loris Zangrando&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://www.ratnayoganamaste.com/"&gt;www.ratnayoganamaste.com&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O autor é professor de Yoga Ratna, Ayurveda e massagista Ayurvédico, além de trabalhar com REIKI e Florais de Bach. Mora na Itália, onde comanda um centro destinado à tais terapias.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Loris Zangrando, maestro Yoga dal 1992 diplomatosi presso la scuola S.I.Y.R. di Milano, specializzato in Yoga Ratna e massaggio Ayurvedico, parallelamente ad una vita intensa si è sempre soffermato e speso tempo per conoscere e praticare discipline di varie specialità. Già nel lontano 1974 un corso di training autogeno, e poi sempre più esperienze e studi. Dapprima nel campo della psicomotricità, poi bionergetica, biodanza, psicoterapia di gruppo. Poi incontra lo yoga, ma non lo appassiona molto, solo più tardi sente di percorrere questo sentiero. Quindi si diploma alla scuola per insegnanti S.I.Y.R. di Gabriella Cella. Poi si appassiona allo studio dei fiori di bach, infine dal 1997 all’Ayurveda e al Massaggio Yoga Ayurvedico.Ora lo studio e l’insegnamento sono orientati nel proporre lo Yoga Ratna Namastè in tutte le sue forme, il Massaggio Yoga Ayurvedico.Autore di un cd di rilassamento e meditazione e di una raccolta di poesie che sono in sintesi le passioni, le noie, prima che, come dice Loris " io trovassi lo Yoga o lo Yoga trovasse me".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5590367601203015200-7678110430090709320?l=malikayoga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malikayoga.blogspot.com/feeds/7678110430090709320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5590367601203015200&amp;postID=7678110430090709320' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/7678110430090709320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/7678110430090709320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malikayoga.blogspot.com/2008/07/yoga-e-mulher.html' title='Yoga e Mulher'/><author><name>Ma'Lika' - Júlia Marina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03314628793458258688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv886SS9RAI/AAAAAAAABc0/W0iUtU9Tno0/S220/eu2-2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SIqKVg6fsII/AAAAAAAAAic/O3-aygLrYBE/s72-c/danurasana.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5590367601203015200.post-3535303685375460876</id><published>2008-07-22T15:41:00.001-07:00</published><updated>2008-12-09T14:48:20.572-08:00</updated><title type='text'>Emagreça com Yoga</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SIZocaE-yoI/AAAAAAAAAhs/LcI_ariCrgI/s1600-h/FPVDYogaPhotoAwake400.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SIZocaE-yoI/AAAAAAAAAhs/LcI_ariCrgI/s400/FPVDYogaPhotoAwake400.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5225979254855879298" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153); font-weight: bold;font-family:georgia;" class="subtitulo" &gt;ASANAS QUE AJUDAM A PERDER PESO COM A QUEIMA DE CALORIAS OU MELHORA DO  FUNCIONAMENTO DO SISTEMA ENDÓCRINO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;    &lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:georgia;" class="data" &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="img"  style="margin-right: 5px; margin-bottom: 5px; float: left; color: rgb(51, 153, 153);font-family:georgia;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;span class="legenda"&gt;&lt;/span&gt;    &lt;/div&gt;    &lt;span class="txt"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:georgia;" &gt;Muito se sabe dos benefícios emocionais e mentais do Yoga. A prática constante traz equilíbrio, conhecimento pessoal e melhora alguns problemas psicológicos como depressão e ansiedade. Os asanas também ajudam a deixar a coluna mais alongada, diminuindo dores físicas. E, apesar de não ser o objetivo do Yoga, a prática também pode ajudar a emagrecer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:georgia;" &gt;A obesidade não combina com Yoga, pois, além de ser um problema que afeta a saúde, o excesso de peso complica também a prática. “A obesidade atrapalha a prática porque dificulta a realização correta de asanas e exige força extra para conseguir sustentar o corpo”, disse o professor de Yoga Mário Américo, da academia Competition, de São Paulo. Aqueles que seguem a dieta vegetariana e saudável e praticam com freqüência, raramente sofrem com problemas de peso. Mas algumas pessoas ainda não conseguiram se livrar daqueles quilos a mais que incomodam tanto. A dedicação ao Yoga ajuda muito nesta batalha de várias maneiras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153); font-weight: bold;font-family:georgia;" &gt;Gasto de calorias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:georgia;" &gt;O Yoga, apesar de não ser tão agitado quanto uma aula de aeróbica, também é um exercício e promove a queima de calorias. Algumas modalidades, como o Power Yoga e o Ashtanga, possuem uma alta queima calórica por serem bastante dinâmicas, praticando o Vinyasa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:georgia;" &gt;Quanto mais forte e dinâmica for a prática, maior a chance de emagrecer. “A queima de calorias em cada aula depende muito de cada pessoa e da intensidade da prática. Duas pessoas podem queimar quantidades diferentes de calorias em uma mesma aula porque uma faz com mais cautela e a outra é mais enérgica”, explicou Mário. “Uma seqüência muito boa para emagrecer é o &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 153, 153); font-family: georgia;"&gt;Surya Namaskar&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:georgia;" &gt;, pois usa bastante a força e é bastante dinâmica”, completou o professor. As invertidas também são indicadas para quem quer gastar mais caloria. “O &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 153, 153); font-family: georgia;"&gt;Pincha Mayurasana&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:georgia;" &gt; é muito bom para emagrecer, pois é uma postura bastante difícil e forte”, disse Mário. Por ser uma postura avançada, é melhor ser feita apenas por praticantes experientes ou com ajuda de um professor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:georgia;" &gt;O Yoga também ajuda a emagrecer de outras maneiras. Como a pessoa começa a se conhecer e a controlar os sentimentos, a comida acaba sendo apenas um coadjuvante na vida. “O Yoga controla a ansiedade e faz com o praticante coma menos e, conseqüentemente, emagreça”, afirmou Mário. Além disso, a prática ativa a energia vital fazendo com que o organismo funcione perfeitamente, eliminando os excessos. “O Yoga promove um funcionamento completo do corpo, inclusive do sistema endócrino, levando ao emagrecimento”, comentou Mário. O sistema endócrino é responsável pelos hormônios e, muitas vezes, pelo excesso de peso. Alguns asanas ajudam a melhorar o funcionamento deste sistema. “Não é comprovado cientificamente, mas sabe-se que o &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 153, 153); font-family: georgia;"&gt;Matsyasana&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:georgia;" &gt; é muito bom para a tireóide”, finalizou o professor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:georgia;" &gt;Confira os asanas indicados pelo professor Mário Américo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 153, 153); font-weight: bold; font-family: georgia;"&gt;SURYA NAMASKAR B&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:georgia;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;(Saudação ao Sol)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:georgia;" &gt;Fique em &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 153, 153); font-family: georgia;"&gt;Tadasana&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:georgia;" &gt; (Postura da Montanha). Inspire, dobre os joelhos, levantando os braços e olhe para as mãos, ficando em &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 153, 153); font-family: georgia;"&gt;Utkatanasa&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:georgia;" &gt; (Postura Poderosa). Expire, desça seus braços bem abertos para o lado e mova o queixo em direção às canelas em &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 153, 153); font-family: georgia;"&gt;Uttanasana&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:georgia;" &gt; (Postura do Alongamento Intenso). Passe para &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 153, 153); font-family: georgia;"&gt;Ardha Uttanasana&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:georgia;" &gt; (Meia Postura do Alongamento Intenso), inspirando e arqueando o tronco em uma leve retroflexão com os braços estendidos e a cabeça olhando para frente. Expire e coloque as duas pernas para trás em &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 153, 153); font-family: georgia;"&gt;Chaturanga Dandasana&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:georgia;" &gt; (Postura dos Quatro Apoios). Faça o &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 153, 153); font-family: georgia;"&gt;Adho Mukha Svanasana&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:georgia;" &gt; (Postura do Cachorro Olhando para Baixo), inspirando e estendendo os braços para levar o tronco para cima. Olhe para o teto. Vá para &lt;/span&gt;&lt;i style="color: rgb(51, 153, 153); font-family: georgia;"&gt;Adho Muka Svanasana&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);font-family:georgia;" &gt; (Postura do Cachorro Olhando para Baixo), elevando o quadril, levando a cabeça para baixo para formar um triângulo com o corpo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.rateyoga.com/img/surya-namaskara-B.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://www.rateyoga.com/img/surya-namaskara-B.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);" class="txt"&gt;&lt;i style="font-weight: bold;"&gt;PINCHA MAYURASANA&lt;/i&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;(postura invertida sobre os antebraços)&lt;br /&gt;De pé, olhe para baixo, coloque as mãos no chão com os braços paralelos à cabeça. Os joelhos devem estar na mesma distância do quadril e as mãos na mesma do ombro. Com mãos e os antebraços firmes no chão, levante os joelhos e leve a pélvis em direção ao teto, formando uma letra A. As mãos devem estar próximas a uma parede e os antebraços paralelos na largura dos ombros. Contraia as costas e firme os pulsos no chão. Dobre um joelho e ande para perto da parede, mantendo a outra perna ativa. Dê alguns impulsos antes de tentar ficar de ponta cabeça. Cada vez que impulsionar, aplicando força no quadril, tente chegar mais alto até ficar de ponta cabeça, apoiado nos antebraços. Fique na posição por algumas respirações e desça devagar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style="font-weight: bold;"&gt;MATSYASANA&lt;/i&gt;(postura do peixe)&lt;br /&gt;Deite-se no chão com as pernas dobradas e os pés no solo. Inspire, levante a pélvis e coloque as mãos embaixo dos ísquios. Desça o quadril em cima das mãos e estenda as pernas. Pressione as escápulas nas costas e, com uma inspiração, levante o tronco e a cabeça. Então, tente colocar o topo da cabeça no solo, fazendo um arco com o tronco e a cabeça. Mantenha-se na posição por algumas respirações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="txt"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);"&gt;Por Thays Biasetti&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 153);"&gt;www.eyoga.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5590367601203015200-3535303685375460876?l=malikayoga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malikayoga.blogspot.com/feeds/3535303685375460876/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5590367601203015200&amp;postID=3535303685375460876' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/3535303685375460876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/3535303685375460876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malikayoga.blogspot.com/2008/07/emagrea-com-yoga.html' title='Emagreça com Yoga'/><author><name>Ma'Lika' - Júlia Marina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03314628793458258688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv886SS9RAI/AAAAAAAABc0/W0iUtU9Tno0/S220/eu2-2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SIZocaE-yoI/AAAAAAAAAhs/LcI_ariCrgI/s72-c/FPVDYogaPhotoAwake400.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5590367601203015200.post-4884742179547007467</id><published>2008-07-13T11:12:00.000-07:00</published><updated>2008-12-09T14:48:20.741-08:00</updated><title type='text'>YOGA NA TERCEIRA IDADE ou o sábio velhinho chamado Yoga &amp; os velhinhos que ele curou</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SHpHVmDWYqI/AAAAAAAAAhU/B5xzK0Qk7uM/s1600-h/42-17322339.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SHpHVmDWYqI/AAAAAAAAAhU/B5xzK0Qk7uM/s400/42-17322339.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5222565154206933666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; color: rgb(102, 102, 204);" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;Om Náth Uttara Kaula Sampradáya!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 204);"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;UM dia eu fui apresentado a um velinho bem sábio que veio de uma terra muito distante. Era bastante esquisito e usava trajes estranhos, contudo, em cada gesto e atitude, era admiravelmente cativante. Sua serenidade me atraia. Era como se ele possuísse todas as respostas para minhas perguntas, mas não era muito de falar e quando falava, era em outra língua. Ele veio de um mundo completamente diferente do meu, mas eu não sei direito como é lá. Apesar de vir de um mundo diferente, assim como eu, outras pessoas que travaram de alguma maneira contato com este sábio velhinho partilhavam de minhas opiniões acerca dele: todos falamos muito bem de sua pessoa. Ele possuía muitos poderes. Testemunhei a cura de inúmeras pessoas que com ele estiveram e de alguma maneira, não sei bem como, ele possuía a capacidade de melhorar a vida de todos ao seu redor. É sobre este sábio velhinho, o &lt;i style=""&gt;Yoga&lt;/i&gt;, que melhorou a vida de muitos outros velhinhos, que vou escrever algumas palavras.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 30pt; color: rgb(102, 102, 204);"&gt;Muitos anos atrás, lá na terra deste sábio velhinho, existiram importantes homens que questionaram a morte. Em um texto muito importante denominado &lt;i style=""&gt;Katha-Upanishad&lt;/i&gt;, escrito por volta de &lt;st1:metricconverter productid="800 a" st="on"&gt;800 a&lt;/st1:metricconverter&gt;.C., consta um diálogo:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 30pt; color: rgb(102, 102, 204);"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 35.2pt 0.0001pt 30pt; text-align: justify; color: rgb(102, 102, 204);"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[...] E disse Naciketas: ‘quando um homem morre me nasce uma dúvida. Uns dizem que morreu; outros alegam o contrário. Eu queria saber se podes me iluminar. [...]’. A morte respondeu: ‘Este é um ponto sobre o qual, a princípio, até os deuses duvidaram. Não é fácil de compreender [...]’. Mas Naciketas disse: ‘Sendo este um ponto sobre o qual até os deuses duvidaram, se ti mesma, Ó Morte, dizeis que não é fácil de compreender, dado que não será fácil encontrar um mestre como ti, não acredito que haja graça maior a que me negais’.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 30pt; color: rgb(102, 102, 204);"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; color: rgb(102, 102, 204);"&gt;Neste texto, um jovem brâmane é entregue como discípulo a um mestre chamado &lt;i style=""&gt;Yama&lt;/i&gt;, o senhor do reino dos mortos. O conhecimento transmitido pelo mestre, o qual o jovem brâmane não tinha acesso entre os seus pares, era o &lt;i style=""&gt;conhecimento que vence a morte&lt;/i&gt; e o nome a ele atribuído fora &lt;i style=""&gt;Yoga&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 30pt; color: rgb(102, 102, 204);"&gt;Todos nós sabemos que envelhecer é inevitável, contudo, amadurecer de forma sadia é uma escolha. Inúmeras pessoas pelo mundo conheceram o &lt;i style=""&gt;Yoga&lt;/i&gt; e os resultados desta relação sempre estiveram atrelados a manutenção da saúde e da qualidade de vida. Seus efeitos terapêuticos são cada vez mais reconhecidos pela ciência moderna. Sua prática está direcionada a qualquer idade, contudo, são aqueles que já passaram por mais de cinqüenta primaveras que mais apresentam resultados na qualidade de suas vidas e no aumento da vitalidade. Notadamente, o &lt;i style=""&gt;Yoga&lt;/i&gt; retarda o envelhecimento minimizando os efeitos da idade enquanto age diretamente sobre o sistema imunológico; a prática de &lt;i style=""&gt;ásanas&lt;/i&gt; (posturas de &lt;i style=""&gt;Yoga&lt;/i&gt;) revigora o tônus muscular perdido com o passar dos anos, além de corrigir defeitos de postura e alinhamento, uma vez que agem diretamente sobre a coluna, aliviando também as dores. Ao praticar os &lt;i style=""&gt;ásanas&lt;/i&gt;, inúmeros idosos que sofriam de incontinência urinária, a famosa ‘bexiga solta’, apresentaram uma significativa melhora. Determinados &lt;i style=""&gt;ásanas&lt;/i&gt; fortalecem os músculos da pélvis, o que acaba de vez com este problema que acomete homens e mulheres na terceira idade. Com o trabalho das torções e demais alongamentos a rigidez das articulações é diminuída, o que previne o reumatismo e a artrite. Os &lt;i style=""&gt;bandhas&lt;/i&gt; (movimentos de contrações musculares), eliminam problemas digestivos como as queimações e refluxos, colaboram com o trabalho intestinal, o que evita colites e prisão de ventre. As técnicas respiratórias do &lt;i style=""&gt;Yoga&lt;/i&gt; conhecidas como &lt;i style=""&gt;pránáyámas&lt;/i&gt; fortalecem o coração e agem diretamente sobre o sistema nervoso. Com isso ganha-se mais vigor respiratório e cardíaco. Mas os benefícios não param por aí.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 30pt; color: rgb(102, 102, 204);"&gt;As mulheres de meia e terceira idade são especialmente beneficiadas. A prática do &lt;i style=""&gt;Yoga&lt;/i&gt; elimina, ou pelo menos atenua, os efeitos da menopausa. Quando a mulher entra neste período ocorre um sensível desequilíbrio hormonal, o que provoca o desânimo, a angústia, insônia, irritabilidade, ressecamento das mucosas, queda de cabelos, enfraquecimento dos ossos e as famosas ondas de calor que trazem um terrível desconforto. Para que isso tudo possa ser atenuado, determinados &lt;i style=""&gt;ásanas&lt;/i&gt;, principalmente as posturas invertidas, irrigam e massageiam as glândulas que secretam os hormônios como a hipófise, a tireóide, as supra-renais e os ovários. Também é de grande auxílio os &lt;i style=""&gt;ásanas&lt;/i&gt; relaxantes, pois eles dispersam as dores musculares, baixam a pressão sanguínea, equilibram o ritmo cardíaco, reduzem a fadiga e melhoram a qualidade do sono.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 30pt; color: rgb(102, 102, 204);"&gt;Como todos podem ver, este sábio velhinho tem ajudado a muitas pessoas e é portanto inevitável que não falemos bem dele. Ele ajuda a integrar a mente e o corpo, causando um ‘alinhamento’ no sentido em que a mente entra em contato com cada uma das células e fibras do corpo. Como não se pode mergulhar no mesmo rio duas vezes, também cada um dos &lt;i style=""&gt;ásanas&lt;/i&gt;, como um jorro de nova energia, revigora a força vital do praticante. Sua prática purifica o corpo. Assim como o ourives aquece o ouro no fogo para purificá-lo, o mesmo ocorre com os &lt;i style=""&gt;ásanas&lt;/i&gt;, pois eles intensificam a circulação do sangue arterial, purgando o corpo das toxinas e das doenças decorrentes de um estilo de vida irregular, de hábitos insalubres e da má postura.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 30pt; color: rgb(102, 102, 204);"&gt;Finalmente, o &lt;i style=""&gt;Yoga&lt;/i&gt; restaura a simplicidade e a paz mental, libertando seus adeptos das aflições e confusões geradas por estados mentais muitas vezes condicionados a estilos de vida degenerados. A calma, passo a passo advém da prática de &lt;i style=""&gt;ásanas&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;pránáyámas&lt;/i&gt; e demais técnicas da tradição. Além de rejuvenescer com delicadeza o corpo, o &lt;i style=""&gt;Yoga&lt;/i&gt; irá revigorá-lo, libertando a mente dos sentimentos negativos; ademais, o &lt;i style=""&gt;Yoga&lt;/i&gt; preenche o Ser interior com esperança e otimismo, ajudando a superar os obstáculos a uma saúde perfeita e ao contentamento espiritual. É um renascimento. Na verdade, uma reintegração!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 30pt; color: rgb(102, 102, 204);"&gt;“O &lt;i style=""&gt;Yoga&lt;/i&gt; é uma luz que, depois de acesa, nunca enfraquecerá. Quanto melhor você praticar, mais forte será a chama.” – B.K.S. Iyengar.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 204);"&gt;Om Namah Shivaya!&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;Fernando Liguori&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;i style=""&gt;Anuttara Kápilanáth Kuláchárya&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;a href="http://srikulacara.blogspot.com/"&gt;http://srikulacara.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 216pt; text-align: justify;"&gt;_______________________________________&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i style=""&gt;O autor é professor de Yoga e desenvolve projetos na área de Yoga para 3ª idade, Yogaterapia e personal Yoga. Mora em Juiz de Fora, MG, com sua esposa e filho, de onde edita o blog Náth Uttara Sríkulácára Samprdáya&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5590367601203015200-4884742179547007467?l=malikayoga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malikayoga.blogspot.com/feeds/4884742179547007467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5590367601203015200&amp;postID=4884742179547007467' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/4884742179547007467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/4884742179547007467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malikayoga.blogspot.com/2008/07/yoga-na-terceira-idade-ou-o-sbio.html' title='YOGA NA TERCEIRA IDADE ou o sábio velhinho chamado Yoga &amp; os velhinhos que ele curou'/><author><name>Ma'Lika' - Júlia Marina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03314628793458258688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv886SS9RAI/AAAAAAAABc0/W0iUtU9Tno0/S220/eu2-2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SHpHVmDWYqI/AAAAAAAAAhU/B5xzK0Qk7uM/s72-c/42-17322339.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5590367601203015200.post-7149803790917480187</id><published>2008-07-07T13:27:00.000-07:00</published><updated>2009-03-12T17:26:39.906-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cólicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TPM'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='menstruação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='yoga para mulheres'/><title type='text'>Yoga e Menstruação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SHJ8_XcJKcI/AAAAAAAAAgE/h0kJFN4BoZY/s1600-h/90023293.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220372346141485506" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SHJ8_XcJKcI/AAAAAAAAAgE/h0kJFN4BoZY/s400/90023293.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="BACKGROUND: white 0% 50%; TEXT-ALIGN: center; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;span class="subtitulo1" style="COLOR: rgb(153,51,153);font-family:verdana;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Saiba a opinião de especialistas sobre a prática durante o período de menstruação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial" align="justify"&gt;&lt;span class="data1"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Em várias culturas antigas, o ciclo menstrual feminino era visto como algo sagrado. Lua, sangue e mulher sempre estiveram relacionados, já que a palavra mensis, em latim, quer dizer mês, que está associada aos ciclos da lua. Todo mês, a lua cresce, fica cheia e depois passa pela fase minguante até escurecer completamente. É assim que acontece com o corpo da mulher, que passa por vários ciclos em decorrência das mudanças hormonais. Em várias civilizações, acreditava-se que o período em que ela ficava menstruada era um tempo para o recolhimento, quando elas se retiravam para realizarem rituais, para se conectar com a essência feminina, com a Mãe Terra e se purificar. Nas aulas de Yoga, é muito comum que os professores poupem as alunas das posturas invertidas quando elas estão no período menstrual, contudo não há um consenso entre eles se realmente esses asanas devem ser praticados ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geeta Iyengar, filha do mestre B.K.S. Iyengar, é radical e acredita que as mulheres não devem fazer posturas invertidas e nem práticas de asanas fortes. Para esses dias, ela recomenda uma série de posturas restaurativas e relaxantes. Muitos professores têm a mesma opinião. No Surya Yoga, &lt;?xml:namespace prefix = st1 /&gt;&lt;st1:personname st="on" productid="em São Paulo"&gt;em São Paulo&lt;/st1:personname&gt;, as mulheres menstruadas recebem uma seqüência exclusiva e praticam separadas do grupo. Marina Athanas, que dá aulas de Iyengar Yoga no Surya, explica que há posturas para iniciantes em que são auxiliadas pela professora e para alunas avançadas, que fazem sozinhas. “Uma seqüência de flexões para frente com um apoio na cabeça relaxa o sistema nervoso, o uso de props alivia as cólicas e massageia os órgãos reprodutores. As posturas invertidas não são indicadas porque se obstrui um fluxo que deve sair, assim como as torções e retroflexões, que são posturas muito fortes”. Mesmo para aquelas que dizem não sentir nenhum desconforto, ela recomenda práticas mais suaves. “É uma fase em que a mulher deve voltar-se à essência feminina, preservar-se e sentir as sensações do corpo”. No segundo ou terceiro dia, quando o fluxo menstrual é menos intenso, a professora inclui algumas posturas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;st1:personname st="on" productid="em pé. ￼￼No Nirvana"&gt;em pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Nirvana&lt;/st1:personname&gt;, no Rio de Janeiro, as alunas menstruadas também recebem uma seqüência para esse período com asanas que trazem conforto para a região abdominal, pélvica e lombar como baddha konasana, supta badhakonasana, upavistha konasana, setubanda sarvangasana com apoio para os pés e região sacral, supta virasana e flexões para a frente com apoio da cabeça. A professora e fundadora do Nirvana, Isabela Fortes, que faz cursos em Pune, no Ramamani Memorial Yoga Institute, lembra que esse não é o momento para aumentar flexibilidade ou ganhar força. Sendo assim, as posturas devem ser feitas para trazer conforto, sem a ambição de melhorar a performance. “Se a aluna tiver ciclos normais, não sentir nenhum desconforto e tiver uma prática regular de Yoga, ela poderá fazer algumas posturas em pé sem muita manutenção: utthita trikonasana, utthita parsvakonasana, virabadhrasana II, parvottanasana com as mãos apoiadas na parede e ardha chandrasana com o apoio da parede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Isabela, não só as invertidas devem ser evitadas, mas também deve-se evitar tudo aquilo que vá contra o movimento de eliminação do corpo. “Dizem que essas posturas invertem o fluxo, mas o fluxo que os yogis querem evitar é o de alterar o movimento dos vayus ou os ventos do corpo. Durante a menstruação, o organismo está fazendo um esforço enorme para retornar o útero às condições normais, desfazendo todo um processo que foi criado para receber um bebê. As paredes uterinas se escamam, existe um processo físico real ocorrendo e ele deve ser respeitado. Mas existe um processo sutil também que depende do bom funcionamento do apana vayu (alento vital que controla os processos de excreção). Na prática, é bom evitar todas as invertidas, asanas muito vigorosos como urdhva mukha svanasana e urdhva dhanurasana, evitar o uso de uddiyana bandha, chaturanga dandasana, torções em geral e trabalhos abdominais como jatara parivartanasana, navasana, equilíbrio sobre as mãos e saltos. Mas o professor deve saber orientar a prática para as particularidades de cada aluna”, avalia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Ashtanga Yoga Research Institute, de Pattabhi Jois, na Índia, as mulheres não podem praticar nos três primeiros dias da menstruação. Maurício Wolff e Cathia Karin Heuser, do Mangalam Estúdio de Porto Alegre, estiveram lá o ano passado e explicam que isso faz parte do modo de pensar do país. “O exato motivo perde-se na cultura indiana, na qual até algumas décadas atrás a mulher no seu período menstrual deixava de fazer várias coisas &lt;st1:personname st="on" productid="em casa. Ainda"&gt;em casa. Ainda&lt;/st1:personname&gt; hoje, na casa da "nossa família indiana", quando há uma mulher no período menstrual, ninguém entra na sala de oferendas, ela não entra na cozinha e deixa de fazer algumas atividades”, conta Maurício. Ele acredita que no Ocidente as mulheres estão há tempos desconectadas deste tipo de tradição presente nas culturas antigas, portanto, ela pode decidir se deve ou não praticar. “Em Ashtanga, a rigor, não se pratica nos três primeiros dias. Informamos isso e recomendamos que a mulher experimente e decida por si”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A professora de Iyengar do Yoga Flow Lilly Hastings, que posou para as fotos da matéria, pratica normalmente no período evitando apenas as invertidas: "Passo bem no período menstrual, é raríssimo sentir cólicas ou inchar. Posso ter mais sono alguns dias antes e sentir-me mais sensível. Outras vezes não, sinto-me tão disposta que dá vontade de praticar normalmente, apenas evitando torções, retroflexões fortes e posturas invertidas. Mas se o organismo quer descanso, relaxamento e aconchego, ah...nesse caso, seqüências restauradoras, com posturas especialmente adaptadas para esse momento, são de fato maravilhosas! "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(204,51,204)"&gt;Polêmica&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Nem todos concordam com a idéia do recolhimento, da reserva durante o ciclo menstrual. O professor de Hatha Yoga Rui Afonso, que faz mestrado sobre Yoga e Menopausa na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), acredita que não praticar as invertidas durante o período menstrual é um daqueles mitos de que a mulher não pode fazer várias coisas como lavar a cabeça, fazer esportes, etc. “Faz pouco tempo que o Hatha Yoga começou a ser praticado por mulheres. Naquele tempo, não se sabia muito sobre o assunto e havia muitas crendices sobre menstruação como há até hoje na Índia. Nos principais textos como o Hatha Yoga Pradipika não há nenhuma referência sobre o assunto, logo, acredito que não haja contra-indicação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, não há nenhuma diferença na pressão intra-abdominal enquanto se pratica as invertidas, como não tem nenhum aumento significativo na pressão e o fluxo fica interrompido pela ação da gravidade durante o tempo da invertida. Logo quando a mulher volta à posição normal, o fluxo se normaliza. “Eu sempre oriento para minhas alunas a experimentar. Se elas sentirem algum desconforto, melhor que não façam; caso contrário, podem fazer. Para saber mesmo se causa algum problema, só fazendo uma pesquisa científica que comprove os efeitos das invertidas durante a menstruação”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os especialistas não têm nenhuma contra-indicação do ponto de vista científico para a prática de invertidas durante o período menstrual. O ginecologista Marco Antonio Lenci, que atende no Hospital Albert Einsten (SP), acredita que qualquer atividade física que traz prazer à mulher é necessária, principalmente quando ela está menstruada. “Caso alguma teoria médica tente explicar e/ou contra-indicar um exercício de Yoga, a resposta que a mulher apresenta na sua prática é a melhor referência. O que fizer bem para a alma, ou seja, para o seu eu, possivelmente fará bem para o corpo”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o ginecologista Dirceu Henrique Mendes, adepto da abordagem holística nas doenças femininas, que atende na Clínica e Centro de Pesquisa de Reprodução Humana Roger Abdel Massih (SP), não há nenhum problema &lt;st1:personname st="on" productid="em praticar Yoga"&gt;em praticar Yoga&lt;/st1:personname&gt; durante esse período. “Na fase pré-menstrual há o predomínio de progesterona, hormônio que leva a mulher para uma vida mais introspectiva e menos social. Deve-se respeitar essa fase não exigindo demais do seu corpo. As posturas invertidas de Yoga não são desaconselhadas”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dra. Ruth Clapauch, diretora de cursos do Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia da Sbem (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia) do Rio de Janeiro, concorda com os ginecologistas. “Exercícios como o Yoga são bons, porque liberam as endorfinas que proporcionam a sensação de bem-estar. Não há nenhum cuidado especial em fazer invertidas desde que a mulher sinta-se bem, sem dor ou desconforto”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não existe um consenso entre médicos e professores de Yoga sobre praticar Yoga e invertidas no período menstrual, a conclusão é que se deve usar o bom senso, escutar e respeitar o corpo. Isabela Fortes recomenda: “É um período para descansar mais, ficar mais introspectiva e se permitir ter uma menstruação como uma mulher real, e não como mulher maravilha. Sim, ficamos mais sensíveis emocionalmente, fisicamente e até espiritualmente. Observe que digo “sensível”, e não necessariamente fraca ou doente. Mas entender que é tempo de se recolher e permitir ao corpo que elimine tudo o que precisa ser eliminado, alimentar-se com comidas saudáveis, beber bastante líquido e ficar quietinha. Fazendo isto, ajudamos a ter um período menstrual tranqüilo e uma maior saúde e longevidade”, completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="COLOR: rgb(204,51,204)"&gt;Endometriose&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Cólicas muito fortes e sangramentos muito intensos podem ser indícios que alguma coisa esteja errada. Neste caso, é melhor consultar um especialista para saber se você tem endometriose. Os outros sintomas são náuseas, vômitos imediatamente antes da menstruação, dor durante a relação sexual, diarréia, prisão de ventre ou dor durante a evacuação e sangue nas fezes ou na urina durante a menstruação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As causas são desconhecidas, mas existem algumas hipóteses. Uma delas é a teoria da menstruação retrógrada. Acredita-se que o sangue menstrual flua no sentido contrário ao do útero passando pelas tubas de Falópio, transportando as células do endométrio para outras regiões do abdome que são semeadas e crescem. A outra teoria é que a endometriose é inata, o que implicaria no fato de algumas células do endométrio já estarem fora do útero desde o nascimento da mulher. Por último, existe uma corrente que acredita que a doença possa ser causada por uma deficiência do sistema imunológico, que não conseguiria destruir células fora do lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na endometriose, pedaços do revestimento do útero (endométrio) deslocam-se para fora do útero e ficam grudados em outros tecidos abdominais, muitas vezes nos ovários, nos ligamentos uterinos ou no intestino. Todo mês, quando o estrogênio e outros hormônios induzem um espessamento do revestimento uterino, essas células externas também se expandem e o tecido uterino depois descama normalmente. Entretanto, as células deslocadas não têm um local para liberar o sangue acumulado e, com isso, são gerados cistos, cicatrizes e aderências. Apesar de nem todas as mulheres apresentarem sintomas, a endometriose pode provocar muita dor e é a principal causa da infertilidade feminina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Yoga também pode ajudar as mulheres com endometriose. Segundo Isabela Fortes, ela deve seguir as mesmas recomendações das mulheres menstruadas, ou seja, evitar práticas fortes como Ashtanga Vinyasa Yoga e posturas que coloquem muita pressão na região abdominal e torções fortes. Os asanas indicados são aqueles que alonguem a coluna, e, conseqüentemente, aumentem o espaço entre a cintura pélvica e a caixa torácica, permitindo que os órgãos internos tenham bastante espaço para trabalhar. “Posturas restaurativas são excelentes, pois, além de energizar o corpo, acalmam o sistema nervoso e dão suporte emocional para mulheres com este quadro”, completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuidados alimentares também devem fazer parte do tratamento da doença. Dr. Dirceu que recomenda uma dieta nutricional balanceada evitando doces e outros carboidratos refinados e gordura saturada e o aumento de consumo de frutas, hortaliças, legumes e gordura rica em ômega 3 (semente linhaça, peixes de águas profundas, algas etc.), laticínios acidificados como iogurte e coalhada, pois contêm lactobacilos que equilibram a flora bacteriana intestinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A endometriose é uma doença crônica recorrente e escolher um tratamento adequado é difícil. Um tratamento com medicamentos ou cirurgia, embora sejam eficientes no controle da doença e dos sintomas, não são a solução definitiva, pois há chance de a doença voltar em 50% no prazo de cinco anos. A escolha dependerá de vários fatores, como a gravidade da doença, as expectativas quanto à fertilidade, sintomas como dores pélvicas, efeitos colaterais dos tratamentos e de seus custos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisas recentes feitas na Clínica Maio, em Rochester, Minnesota, estudaram 145 mulheres e os médicos descobriram que a ablação endometrial, um tratamento para fluxo menstrual muito intenso – um dos sintomas da endometriose –, é eficaz para todas as mulheres, inclusive para aquelas que têm disfunções básicas do fluxo menstrual. A ablação endometrial funciona destruindo o revestimento do útero com calor, eletricidade ou congelamento. Vários relatórios mostram que este método é eficaz para fluxo intenso (menorragia), mas havia poucos estudos sobre as mulheres com outras disfunções. Os resultados foram publicados no periódico norte-americano de Obstetrícia e Ginecologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo da doença é de extrema importância para tratá-la. Com o objetivo de reunir informações sobre o tema, Eleuze Mendonça fundou a Associação Brasileira de Endometriose (Abend). A associação esclarece a comunidade sobre a doença, promove assistência médica e psicológica, divulga estudos e tratamentos e promove uma rede de apoio entre as portadoras da doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="COLOR: rgb(204,51,204)"&gt;Mulher é bicho esquisito&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Como já cantava Rita Lee, “mulher é bicho esquisito/ todo mês sangra” , trazendo várias alterações hormonais no corpo feminino. As causas de problemas hormonais e disfunções menstruais são variadas e podem estar também relacionadas com fatores genéticos, alimentação e estilo de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Dr. Dirceu Henrique Mendes, a alimentação exerce um papel importante para fornecer aminoácidos, colesterol bom, peptídeos e outras substâncias para que o sistema hormonal funcione adequadamente. A prática de exercícios físicos, a vida emocional equilibrada, hábitos saudáveis colaboram notavelmente para que o organismo tenha harmonia, como se fosse uma orquestra. “As doenças surgem em conseqüência de desequilíbrios que se instalam insidiosamente no mundo físico, emocional e espiritual. Outro fator é a degradação ambiental que tem gerado agentes tóxicos, poluentes que são genericamente chamados de xenobióticos. As doenças femininas citadas são oriundas dos desvios comportamentais, do meio ambiente inóspito, da alimentação de má qualidade etc. Quando as doenças são diagnosticadas precocemente pode-se deter a sua evolução fazendo uma desintoxicação corrigindo os maus hábitos, saneando o meio ambiente e estimulando a prática de técnicas bioenergéticas como o Yoga. Lamentavelmente quando a endometriose pélvica, os fibro-miomas e os cistos estão em estágio avançado, não resta outra alternativa senão o tratamento cirúrgico”, avalia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="BACKGROUND: white 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initialfont-family:trebuchet ms;" &gt;Por Patrícia Ribeiro&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5590367601203015200-7149803790917480187?l=malikayoga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malikayoga.blogspot.com/feeds/7149803790917480187/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5590367601203015200&amp;postID=7149803790917480187' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/7149803790917480187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/7149803790917480187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malikayoga.blogspot.com/2008/07/yoga-e-menstruao.html' title='Yoga e Menstruação'/><author><name>Ma'Lika' - Júlia Marina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03314628793458258688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv886SS9RAI/AAAAAAAABc0/W0iUtU9Tno0/S220/eu2-2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SHJ8_XcJKcI/AAAAAAAAAgE/h0kJFN4BoZY/s72-c/90023293.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5590367601203015200.post-5262056464350693640</id><published>2008-07-07T12:22:00.000-07:00</published><updated>2008-12-09T14:48:21.245-08:00</updated><title type='text'>ACOMPANHAMENTO HOLÍSTICO PARA GESTANTES</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SHJtw_UdYvI/AAAAAAAAAfw/I9j4K8ra2_U/s1600-h/gestantesmalika2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SHJtw_UdYvI/AAAAAAAAAfw/I9j4K8ra2_U/s400/gestantesmalika2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220355606474220274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-size:130%;" &gt;Programa individualizado onde é feito um acompanhamento de toda a gestação e pós-parto, através de um trabalho de preparação corporal, mental e espiritual, visando a integração da mulher e preparação para um parto consciente e um &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);font-size:130%;" &gt;pós-parto saudável e harmônico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);font-size:180%;" &gt;A partir de Setembro de 2008 , em Juiz de Fora-MG.&lt;br /&gt;CONTATOS: 32-8806-0700&lt;br /&gt;malika_yoga@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5590367601203015200-5262056464350693640?l=malikayoga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malikayoga.blogspot.com/feeds/5262056464350693640/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5590367601203015200&amp;postID=5262056464350693640' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/5262056464350693640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/5262056464350693640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malikayoga.blogspot.com/2008/07/acompanhamento-holstico-para-gestantes.html' title='ACOMPANHAMENTO HOLÍSTICO PARA GESTANTES'/><author><name>Ma'Lika' - Júlia Marina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03314628793458258688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv886SS9RAI/AAAAAAAABc0/W0iUtU9Tno0/S220/eu2-2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SHJtw_UdYvI/AAAAAAAAAfw/I9j4K8ra2_U/s72-c/gestantesmalika2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5590367601203015200.post-3762142851902031982</id><published>2008-07-05T12:27:00.000-07:00</published><updated>2008-12-09T14:48:21.400-08:00</updated><title type='text'>Mulher...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SG_Nr6PJgXI/AAAAAAAAAfY/cosupRI5_I0/s1600-h/FlyingVajraYogini.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SG_Nr6PJgXI/AAAAAAAAAfY/cosupRI5_I0/s400/FlyingVajraYogini.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5219616647396557170" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Toda mulher deveria ser um &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 204);"&gt;instrumento do amor da Mãe Divina&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;, sentindo o mesmo amor pelo mundo inteiro. Ao inspirar os homens por meio de semelhante amor, a mulher oferece a maior bênção que possui.&lt;/span&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);" class="style8" align="justify"&gt;Uma mulher cheia de ódio e ira verá essas mesmas qualidades no homem. É por isso que toda mulher deveria evitar deixar-se levar por seus estados de ânimo, mantendo-se sempre livre de toda emoção equivocada. Isso porque, quando é vítima do ciúme ou do ódio, a mulher perde a qualidade intuitiva, o dom especial que Deus lhe concedeu. Minha mãe, por exemplo, possuía uma grande intuição, porque sua mente era livre de todo ciúme, ódio e ira.&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);" class="style8" align="justify"&gt;Todas as mães estão destinadas a ser uma manifestação do amor incondicional de Deus. Mas as mães humanas são imperfeitas; somente a Mãe Cósmica é perfeita. Quando vejo a cegueira de algumas mães humanas, penso: “&lt;em&gt;Este&lt;/em&gt; não é, na verdade, o amor ilimitado da Mãe Divina”. &lt;em&gt;Quando o amor de uma mãe alcança um grau de perfeição tal que não há mais nem limitação nem qualquer anseio de posse, ele se converte no amor da Mãe Divina.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);" class="style8" align="justify"&gt;A mãe deve oferecer seu amor maternal a todos por igual, e não apenas aos próprios filhos. “Mas não é possível acudir a todos os seres do mundo e oferecer-lhes tal amor”, poderão dizer. Existe, no entanto, um caminho mais fácil para desenvolver o amor incondicional. Ao meditar, concentre-se no coração e afirme: “Sinto Deus como a Mãe Divina”. Depois, ao tomar consciência desse grande amor, irradie-o mentalmente a todas as criaturas da terra.&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);" class="style8" align="justify"&gt;Dessa forma, em vez de objeto de tentação, irá convertê-las em objeto de inspiração. Bendigo todas as mães, e lhes digo: Abarque todos os seres no amor que Deus pôs em seu coração! Deve sentir-se orgulhosa de que a Mãe Divina tenha assumido sua forma no intuito de oferecer um amor tangível ao mundo, não apenas a seus filhos, mas a todas as criaturas da terra. Deveria esforçar-se para lembrar sempre o fato de que o amor divino que flui através de você é incondicional. Não é &lt;em&gt;seu&lt;/em&gt; amor, mas o amor da Mãe Divina que mora em seu interior. Seu orgulho maternal não deveria limitá-la nem torná-la possessiva; só assim será verdadeiramente bendita, e dirá: “Sinto-me orgulhosa não só por ter um ou dois filhos, mas por todos os filhos que tenho espalhados pela terra”. Somente então, conseguirá identificar-se com a Mãe Divina.&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);" class="style8" align="justify"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A mãe que considera todos como seus próprios filhos não é apenas uma mãe mortal; uma mulher como essa converte-se na Mãe Imortal&lt;/span&gt;. Isso aconteceu com todas as santas que realizaram a seguinte verdade: “O amor que sentia por meus entes queridos, sinto-o agora por todos. Sei que não sou este corpo; sou a Mãe Divina onipresente”. Reflita sobre aquilo em que você pode converter-se: em lugar de uma simples mulher, pode ser a Mãe Divina! E por que não? Ela a criou à sua semelhança, e você deve manifestar Sua imagem por meio de seu amor por todos.&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);" class="style8" align="justify"&gt;O amor incondicional ao qual me refiro não é um amor cego. Não se trata de ignorar os erros de um filho, mas de amá-lo apesar de suas faltas. Não deve desconhecer suas ações erradas, nem apoiá-las. Mesmo aceitando ardentemente o amor de meu pai e de minha mãe, nem por isso deixei de notar os defeitos de ambos. Meu pai era excessivamente rigoroso, e minha mãe, excessivamente doce. Foi assim que compreendi, pela primeira vez, a verdade de que cada pai deveria amenizar sua razão com certa dose de amor, enquanto cada mãe deveria equilibrar seu amor com a razão. No meu Mestre, em compensação, havia a severidade do pai e a bondade da mãe, sem a cegueira de nenhum dos dois.&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);" class="style8" align="justify"&gt;Todas as relações humanas nos foram dadas não para idolatrá-las, mas para idealizá-las. Se você puder aprender a considerar sua mãe como uma manifestação do amor incondicional da Mãe Divina, quando ela se for, encontrará conforto ao se lembrar de que a mãe terrena era apenas a forma em que a Mãe Divina veio morar entre vocês por um breve tempo. E se tiver perdido a mãe, deve encontrar a Mãe Divina oculta além dos céus. Jamais poderá perder a Mãe Suprema. A mãe que você amou era somente a manifestação da Mãe Cósmica; ela veio velar por você durante certo tempo, para depois fundir-se novamente no ser da Mãe Divina. Como conheço bem essa verdade! E como tive de sofrer para aprendê-la!&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);" class="style8" align="justify"&gt;Minha mãe terrena era tudo para mim; minhas alegrias despertavam e dormiam no firmamento de sua presença. Lembro-me de uma viagem para casa, durante a qual senti intuitivamente que ela havia falecido; ao chegar à estação ferroviária, corri ao encontro do meu tio, e perguntei-lhe: “Ela ainda vive?” Como fiquei aliviado quando ele respondeu afirmativamente! Se tivesse confirmado meus temores, eu estava disposto a me jogar debaixo das rodas do trem. No entanto, os acontecimentos demonstraram que meu tio não havia dito a verdade, temendo uma reação drástica de minha parte. Quando soube que minha mãe estava morta, comecei a procurar por todos os lados os seus olhos amorosos, até que as estrelas se converteram em olhos negros que me contemplavam… Mas não eram aqueles olhos que eu amava. Descrevi essa busca em um de meus poemas; não me foi possível encontrar nenhum conforto até que…&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);" class="style8" align="justify"&gt;Buscando incansavelmente minha mãe desaparecida,&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Encontrei finalmente a Mãe Imortal.&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Na Mãe Cósmica&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Encontrei o amor que havia perdido,&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Ao perder minha mãe terrena.&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Buscando incessantemente,&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Nos incontáveis olhos negros da Mãe,&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Encontrei aqueles olhos negros desaparecidos. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);" class="style8" align="justify"&gt;Foi então que, ao perguntar à Mãe Divina: “Por que arrancou do anel do meu coração o diamante do amor de minha mãe?”, Ela me falou de Seu amor onipresente. Parte do que me disse aparece na continuação:&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);" class="style8" align="justify"&gt;“Arrebatei-lhe aqueles olhos negros&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;que o aprisionavam,&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;para que pudesse encontrar&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;esses mesmos olhos&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;nos Meus olhos,&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;e no terno olhar&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;de todas as mães de olhos negros;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;e para que pudesse perceber&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;em todos os olhos negros&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;só a sombra&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;dos Meus olhos.”&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);" class="style8" align="justify"&gt;Se lhes fosse possível experimentar o encantamento que se apoderou do meu ser quando senti que aqueles olhos negros de minha mãe contemplavam-me de todos os lugares, de cada partícula do espaço! Que bela foi essa experiência! Todo o meu pesar converteu-se em gozo. Se rezar profundamente, como lhe disse, receberá uma resposta audível. As suas orações ainda não são suficientemente profundas. Mas quando rezar com o coração, elevando incessantemente o seu chamado – com a determinação de não parar de rezar até receber uma resposta – a Mãe Divina lhe responderá. E verá nela a sua própria mãe. Para mim, agora, toda mulher é mãe. Vejo, inclusive, em todo lugar onde se possa apreciar a mínima manifestação de bondade, a Mãe.&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);" class="style8" align="justify"&gt;Quando pensa em Deus como seu pai ou mãe, você compreende por que ele nunca abandona ninguém, e como é possível perdoar até o maior pecador. Sempre que considere seus pecados incomensuráveis, sempre que o mundo lhe diga que você não vale nada, recorra a Deus em seu aspecto materno. Diga: “Mãe Divina, ainda que eu seja um mau filho, sou &lt;em&gt;seu filho&lt;/em&gt;”. Quando recorremos a seu aspecto natural, Deus nada pode dizer; nós o derretemos. Mas não me interprete mal. Ele não o apoiará se continuar errando. Ao mesmo tempo que você apela à Mãe divina, é necessário que renuncie a suas más ações.&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);" class="style8" align="justify"&gt;Há uma grande sabedoria na prática da confissão. Ela não apenas limpa a sua consciência, mas também clareia a sua posição: faz-lhe ver o que deve fazer e o que deve evitar. Assim, por exemplo, quando recorremos a um médico, devemos relatar-lhe tudo o que diz respeito à nossa doença, e ele nos prescreverá um tratamento; se seguirmos suas instruções, ficaremos curados. Se, porém, continuarmos atuando erroneamente de vez em quando, nunca recuperaremos a saúde. O mesmo acontece com a confissão espiritual. Conheço um rapaz que costumava dizer: “Posso fazer o que me agrada, já que na próxima semana, quando me confessar, serei perdoado”. Esse é um enfoque equivocado da confissão. Se, ao se confessar, você não renunciar simultaneamente ao mal, nunca obterá o perdão.&lt;/p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:lucida grande;font-size:130%;"  &gt;&lt;em style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;&lt;span class="834041303-01072005"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Paramahansa Yogananda&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5590367601203015200-3762142851902031982?l=malikayoga.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://malikayoga.blogspot.com/feeds/3762142851902031982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5590367601203015200&amp;postID=3762142851902031982' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/3762142851902031982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5590367601203015200/posts/default/3762142851902031982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://malikayoga.blogspot.com/2008/07/mulher.html' title='Mulher...'/><author><name>Ma'Lika' - Júlia Marina</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03314628793458258688</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/Sv886SS9RAI/AAAAAAAABc0/W0iUtU9Tno0/S220/eu2-2.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_kcfKkNefR1Y/SG_Nr6PJgXI/AAAAAAAAAfY/cosupRI5_I0/s72-c/FlyingVajraYogini.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
